Oscar 2012

 

Veja abaixo a lista completa de indicados:

Melhor filme:

“Cavalo de guerra”
“O artista”
“O homem que mudou o jogo”
“Os descendentes”
“A árvore da vida”
“Meia-noite em Paris”
“História cruzadas”
“A invenção de Hugo Cabret”
“Tão forte e tão perto”

Melhor ator:

Demián Bichir – “A better life”
George Clooney – “Os descendentes”
Jean Dujardin – “O artista”
Gary Oldman – “O espião que sabia demais”
Brad Pitt – “O homem que mudou o jogo”

Ator coadjuvante:

Kenneth Branagh – “Sete dias com Marilyn”
Jonah Hill – “O homem que mudou o jogo”
Nick Nolte – “Warrior”
Max Von Sydow – “Tão forte e tão perto”
Christopher Plummer – “Beginners”
Melhor animação
“A Cat in Paris”
“Chico & Rita”
“Kung Fu Panda 2″
“Gato de Botas”
“Rango”

Melhor atriz:

Glenn Close – “Albert Nobbs”
Viola Davis – “Histórias cruzadas”
Rooney Mara – “Os homens que não amavam as mulheres”
Meryl Streep – “A dama de ferro”
Michelle Williams -”Sete dias com Marilyn

Melhor atriz coadjuvante:

Octavia Spencer – “Histórias cruzadas”
Bérénice Bejo – “O artista”
Jessica Chastain – “Histórias cruzadas”
Janet McTeer – “Albert Nobbs”
Melissa McCarthy – “Missão madrinha de casamento”

Melhor roteiro original:

“O artista”
“Missão madrinha de casamento”
“Margin Call”
“Meia-noite em Paris”
“A separação”
Trilha sonora original
“As aventura de Tintim” – John Williams
“O Artista” – Ludovic Bource
“A invenção de Hugo Cabret” – Howard Shore
“O espião que sabia demais” – Alberto Iglesias
“Cavalo de guerra” – John Williams

Canção original:

“Man or Muppet”, de “Os Muppets”, música e letra de Bret McKenzie
“Real in Rio”, de “Rio”, música de Sergio Mendes e Carlinhos Brown, letra de Siedah Garrett
Maquiagem
“Albert Nobbs”
“Harry Potter”
“A dama de ferro”

Direção de arte:

“O artista”
“Harry Potter”
“A invenção de Hugo Cabret”
“Meia-noite em Paris
“Cavalo de guerra”
Fotografia
“O artista”
“Os homens que não amavam as mulheres”
“A invenção de Hugo Cabret”
“A árvore da vida”
“Cavalo de guerra”

Figurino:

“Anonymous”
“O artista”
“A invenção de Hugo Cabret”
“Jane Eyre”
“W.E.”

Diretor:

Michel Hazanavicius – “O artista”
Alexander Payne – “Os descendentes”
Martin Scorsese – “A invenção de Hugo Cabret”
Woody Allen – “Meia-noite em Paris”
Terrence Malick – “A árvore da vida”

Documentário (longa-metragem):

“Hell and Back Again”
“If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front”
“Paradise Lost 3: Purgatory”
“Pina”
“Undefeated”

Documentário (curta-metragem):

“The Barber of Birmingham: Foot Soldier of the Civil Rights Movement”
“God Is the Bigger Elvis”
“Incident in New Baghdad”
“Saving Face”
“The Tsunami and the Cherry Blossom”

Edição:

“O artista”
“Os descendentes”
“Os homens que não amavam as mulheres”
“A invenção de Hugo Cabret”
“O homem que mudou o jogo”

Melhor filme em língua estrangeira:

“Bullhead” – Bélgica
“Footnote” – Israel
“In Darkness” – Polônia
“Monsieur Lazhar” – Canadá
“Separação” – Irã

Curta-metragem de animação:

“Dimanche”
“The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore”
“La Luna”
“A Morning Stroll”
“Wild Life”

Curta-metragem:

“Pentecost”
“Raju”
“The Shore”
“Time Freak”
“Tuba Atlantic”

Edição de som:

“Drive”
“Os homens que não amavam as mulheres”
“A invenção de Hugo Cabret”
“Transformers: o lado oculto da lua”
“Cavalo de guerra”

Mixagem de som:

“Os homens que não amavam as mulheres”
“A invenção de Hugo Cabret”
“O homem que mudou o jogo”
“Transformers: o lado oculto da lua”
“Cavalo de guerra”

Efeitos visuais:

“Harry Potter”
“A invenção de Hugo Cabret”
“Gigantes de aço”
“Planeta do macacos”
“Transformers: o lado oculto da lua”

Roteiro adaptado:

“Os descendentes”
“A invenção de Hugo Cabret”
“Tudo pelo poder”
“O homem que mudou o jogo”
“O espião que sabia demais”

Globo de Ouro

A Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood realizou no dia 15 de janeiro, o anúncio e entrega das estatuetas do Globo de Ouro de 2012. A cerimônia, que revelou os melhores do cinema e da televisão, foi apresentada por Ricky Gervais.

CINEMA

Melhor filme dramático – Os Descendentes

Melhor ator em filme dramático – George Clooney – Os Descendentes

Melhor filme de humor ou musical -The Artist

Melhor atriz em filme dramático – Meryl Streep – A Dama de Ferro

Melhor ator em filme de humor ou musical
Jean Dujardin – The Artist

Melhor diretor – Martin Scorsese – A Invenção de Hugo Cabret

Melhor atriz coadjuvante
Octavia Spencer – Histórias Cruzadas

Melhor filme em lingua estrangeira
A Separação (Irã)

Melhor roteiro
Woody Allen – Meia-Noite em Paris

Melhor longa animado – As Aventuras de Tintim – O Segredo do Licorne

Melhor atriz em filme de humor ou musical
Michelle Williams – My Week With Marilyn

Melhor canção original-”Masterpiece” – W.E.

Melhor trilha sonora original – Ludovic Bource – The Artist

Melhor ator coadjuvante – Christopher Plummer – Toda Forma de Amor

TV

Melhor série de humor ou musical – Modern Family

Melhor ator em série de humor ou musical
Matt LeBlanc – Episodes

Melhor atriz em série dramática – Claire Danes – Homeland

Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou telefilme
Jessica Lange – American Horror Story

Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou telefilme
Peter Dinklage – Game of Thrones

Melhor ator em minissérie ou telefilme
Idris Elba – Luther

Melhor série dramática – Homeland

Melhor ator em série dramática
Kelsey Grammer – Boss

Melhor atriz em minissérie ou telefilme
Kate Winslet – Mildred Pierce

Melhor minissérie ou telefilme – Downton Abbey

Melhor atriz em série de humor ou musical
Laura Dern – Enlightened

Projeto de Leis Internéticas

Acho que o ditado popular, neste caso, cai muito bem: “Não vem de garfo que o jantar é SOPA”!

Bom, quem tem internet e minimamente circulou por sites de notícias e/ou plataformas de origens norte-americanas sabe do que se trata o tal projeto de leis. Na verdade, eu sei somente por cima, não me aprofundei na questão. Mas, dentre as informações que recolhi, seremos afetados, mesmo que esse projeto se refira aos EUA.

Seremos afetados por motivos óbvios: a plataforma WordPress segue a legislação estadunidense! E se eles mudam lá, o WordPress tem obrigação de mudar em tudo, independente dos países que dispõem os serviços wordpressianos.

Admiro-me que EUA esteja imitando a tão mal falada China ao brecar a democracia da livre expressão. Talvez imitar a China não seja tão ruim assim, uma vez que em crise econômica ela conseguiu crescer quase 10%… Ironias à parte, não tão irônica assim, o objetivo desse post é comunicá-los/as que recebi um convite do WordPress para me engajar na causa deles (e quem quiser saber mais, basta digitar www.wordpress.com e verificar que estão em protesto “Censored” – fora do ar nos EUA para pressionarem o governo norte-americano).

Bem, eu não vou me engajar nesta causa. Ainda que isso venha a nos prejudicar, porque eu não vou assinar algo que não seja referente às leis das quais tenho direito de protestar e de, consequentemente, me defender, eu -como boa filha de advogada- prefiro não por meu nome em abaixo-assinados estadunidenses.

Considero que os sites mais fortes, como Google, Facebook etc, vão conseguir vencer essa briga sem precisar de mobilizar o mundo. Basta jogar com o próprio princípio americano: “Estamos na América, ora pois!” Lugar onde os “sonhos democráticos” são realizados… cof cof!

À mim cabe garantir que se não for pelo WordPress, será por outra plataforma. Sem o blog é que não ficaremos!

Por: Guerra de Pipoca. 

Sherlock Holmes – Jogo das Sombras

Sherlock Holmes 2 – O Jogo das Sombras – A Game of Shadows

Direção: Guy Ritchie

Gênero: Ação, Literatura

EUA – 2012

O que considero mais visível no filme, e que merece ser dito, é que toda a equipe aprendeu com os  ERROS DO PRIMEIRO FILME . Depois que assisti ao segundo filme, me deparei com uma entrevista com Robert Downey Jr e que logo de cara mostra isso que todos que assistiram ao longa devem ter reparado:

O ator revelou ter aprendido bastante com ‘Homem de Ferro 2′, recebido com frieza pela crítica especializada, e pôde usar esse aprendizado no segundo ‘Sherlock Holmes’: “É como um cubo mágico, você fica um tempão tentando montá-lo corretamente, e quando consegue, fica bem mais fácil fazê-lo novamente”, disse Downey Jr.

Vale lembrar que esse ator está em três franquias ao mesmo tempo: Homem de Ferro, Sherlock Holmes e Os Vingadores. Confesso que, depois de “O Jogo das Sombras”, eu terei mais carinho em ver suas atuações. Gostei muito!

Antes de mais nada, é preciso falar sobre a obra de Sir Conan Doyle. Convido-os a também ler uma nota em que escrevi em outro blog meu. Nesta nota eu estabeleci uma comparação superficial entre Sir Conan e Agatha Christie, da qual tenho imenso apreço. Penso, em rasas linhas, que Agatha fora prejudicada pelas críticas por ser uma mulher vitoriana. Ou seja, escreveu seus livros no auge do machismo conservador e repressor inglês. Enfim, segue o link para tal leitura, pois acredito que não preciso me repetir em dizer que considero enfadonho já entrarmos numa história de Holmes sabendo que o vilão é Professor Moriarty. Posto que, ao sabermos de antemão quem é o vilão, metade do mistério vai embora; resta apenas a ação da caça gato e rato. LEIAM MAIS AQUI!

Quanto ao filme, posso dizer que o roteiro misturou três dos contos de Sir Doyle sobre Sherlock Holmes e seu fiel escudeiro Watson. A mistura ficou ÓTIMA! Seria um saco se o filme valorizasse o mais explícito, que foi o conto “O Problema Final”. Conto em que Watson escreve uma carta para ser lida no enterro de Holmes e narra, com maestria, o início do duelo entre o detetive mais inteligente da Europa (há controvérsias) e o vilão mais magnânino das histórias policiais. Eu gostei das mudanças, das adaptações feitas por Ritchie sobre as histórias. Conferiu ação na medida certa e tanto Downey Jr (Holmes), quanto Jude Law (Watson) estiveram maduros para confeccionar a obra.

Irene, ou melhor, Irene Adler – a única mulher que fez Holmes parar de zombar da “falta de racionalidade feminina” (quem quiser saber mais, leia o conto “O Escândalo na Boêmia), teve uma aparição breve no filme, mas significativa. Pois mostrou que Holmes – de vez em quando – se permite errar em suas deduções lógicas. Porém, entrou em cena uma cigana que fez juz à fama de que nós mulheres não somos apenas um poço de idiotices sentimentais. Colocou em xeque aquela que ele julga ser A mulher (Irene), mas salvou seu melhor amigo, a saber, Watson e, com isto, a cigana. De fato, para quem se inseriu como terceiro na lua-de-mel, tem mais é que proteger os seus.

Jude Law no papel de Watson aparenta por vezes deixar Holmes aquém, isso ficou nítido no primeiro filme. Dessa vez o dueto está mais equilibrado, conferindo ao Holmes o brilhantismo que lhe é peculiar.

Alemanha, coitada, sempre retratada à la “hitler”, mas ainda que com inúmeros clichês o filme arrasou. Recomendo!

Com o sucesso de ‘Sherlock Holmes – O Jogo de Sombras’ nas bilheterias mundiais, a terceira parte é dada como certa: “O roteiro de Sherlock Holmes 3 já está sendo escrito, e detalhes serão divulgados em breve”, confirmou Downey Jr em entrevista dada à mídia quando esteve no Rio de Janeiro/Brasil.

Por: Deusa Circe.

Lanterna Verde

Lanterna Verde – Green Lantern

Direção: Martin Campbell

Gênero: Ação, Ficção Científica, História em Quadrinhos

EUA – 2011

Sobre Martin Campbell: Neozelandês, seu estilo para filmagens é um tanto fantasioso e cheio de ação, o que pode ser conferido nos filmes 007 em que esteve à frente. Com filmografia curta, mas significativa, parece que só pega filme de grande porte, no entanto, nenhum filme dele realmente foi criativo. Faz o dever de casa e só.

Sinto por ter sido ele a pegar Lanterna Verde para transformá-lo em arte cinematográfica. Talvez tivesse sido melhor apostar em um diretor que já tem estrada nesse quesito quadrinhos, que vale dizer não é fácil. Eu apostaria em Sam Liu… ainda mais porque Lanterna é da DC Comics.

Campbell fudeu com o Verdão, essa é a verdade. E ainda deu entrevistas dizendo que topou a ideia do filme por causa de sua conta bancária. Fez questão de insinuar que não tem a menor intimidade com a história do Lanterna. Não adianta maquiar o óbvio. O que me faz perguntar: por que escolheram esse cara para dirigir essa história???? Bastidores que ultrapassam a lógica e qualquer entendimento.

Sobre Ryan Reynolds: personagem Lanterna Verde – Hal Jordan. definitivamente? Não tem nada a ver com o Lanterna. Se mostrou o tempo todo arrogante e com questionamentos imaturos que nem de longe são descritos nos quadrinhos.Até entendo que uma coisa chama a outra, ou seja, chamaram o cara para garantir certo lucro, mas de que adianta deixar milhares de fãs insatisfeitos com o resultado?

Eu gosto de personagens e super heróis que são divertidos, debochados com a vida, mas que passe certa sinceridade no compromisso maior de qualquer herói: salvar e proteger. Reynolds, extremamente apagado em todo o filme (ao contrário de Sinestro – Mark Strong), foi uma péssima escolha e a sua roupa detonou o Lanterna.

Sobre Mark Strong: personagem Sinestro. Obviamente que alguns pontos cruciais dos quadrinhos tiveram que ser modificados para caber no cinema. No entanto, os embates com Jordan foram forçados e não passaram credibilidade.

Porém, vale ressaltar que Sinestro teve uma atuação muito mais criativa que Hal Jordan. Só não foi mais talentoso que Peter Sarsgaard, personagem de Paralax, o vilão dos vilões.

Sobre Peter Sarsgaard: personagem Paralax, o vilão. Em primeiro lugar, é preciso dizer que Paralax foi o personagem melhor construído em todo o longa. O ator se entregou na personalidade do vilão, conferiu franqueza ao proposto. Além do mais, gradativamente, a transformação dele de cientista para um psicótico com mania de grandeza foi muito bem feita em minha opinião.

Pena que, como se trata de um vilão, tratou de virar o bode expiatório do fracasso do filme. É um absurdo, ainda mais se compará-lo ao Reynolds – que se percebe não ser fã do Lanterna Verde, o que faz imensa diferença.

Sobre a história do filme: certa fidelidade com o quadrinhos, porém, eu confesso que esperava mais. Decerto que o marketing é importante, os dólares também, mas o que mais importa para os fãs é ver a história se desenvolver da melhor maneira possível e que não produza um sentimento de frustração.

Hal Jordan passou o filme praticamente sozinho, sendo que a marca registrada dos Lanternas é o sentimento de grupo e de amizade. Eles atuam juntos, um salva a pele do outro, são extremamente fiéis e companheiros. Campbell construiu um personagem solitário, antipático e arrogante. É quase um Batman de roupa verde!!!

Sem contar que nesse quesito cinematográfico a Marvel sai no lucro. A DC Comics é muito boa em animações. Não me admiro que esse filme foi um fracasso em bilheterias.

Eu saí frustrado do cinema. Teria feito um trabalho melhor…

Por: Leo Shina.

Nota sobre “Ladrões”!

Ladrões – Takers

Direção: John Luessenhop

Gênero: Policial

EUA – 2010

O gênero é batido, mas ainda faz um sucesso monstruoso. A frase “mãos ao alto, isso é um assalto” não vai sair de moda no cinema tão cedo. Talvez pela ousadia, o desafio, faça com que milhares de pessoas tenham uma queda irresistível por filmes de assaltos. Os planos, de fato, dão um murro no impossível. Em Ladrões não é diferente.

Não vale apenas assaltar. É preciso se safar do crime que cometeu para que ele beire à  perfeição; e o grupo de G detém essa característica. Até que chega um antigo comparsa, com apelido – no mínimo – suspeito: Ghost. Fantasmas do passado não são bons…

Jogo clássico de polícia e ladrão, o filme só peca no final por apresentar um enredo pra lá de clichê. Misturou muitas tendências e filmes antigos do mesmo teor.

Vale a sessão da tarde!

Por: Moiras. 

Saldo de 2011

Recebi um e-mail do WordPress a respeito do saldo de 2011; eles sempre me mandam, apesar de que na área administrativa posso acessar tais dados em qualquer tempo. A área administrativa do WordPress tem essa vantagem: mostra até mesmo quem são os membros mais participantes.

No entanto, voltemos ao e-mail que recebi. Gosto desse resumão do site porque é uma das visões possíveis sobre nosso blog. Gostaria de compartilhar com vocês alguns pontos do longo relatório que me fora enviado. Não postarei tudo, porque penso que alguns dados são mais importantes para a administração.

Eu gostaria muito de me comprometer em aumentar esses números agora em 2012, mas não poderei fazê-lo. Então, penso em pelo menos mantê-los.

Esse ano de 2011 eu fui a que mais postei textos no blog, os demais ajudantes e escritores quase não tiveram tempo – sendo que nem mesmo eu tive tempo neste ano que passou, os/as amigos/as sabem o por que.

Talvez em 2012 me falte tempo de novo, porque além de tudo peguei mais projetos, porém, penso em ao menos manter o nível e a qualidade, ainda que os índices de publicações semanais diminuam.

Outro aspecto do resumão que recebi é sobre de onde vem as visitas. O recorde, claro, é o Brasil. Fiquei surpresa em saber que os outros dois países que mais visitam o blog são Portugal e Estados Unidos. 

Porém, algo que me deixou bastante feliz é que na Oceania, vejam bem, não significa que falo da estatística total do blog, me reporto e recorto à Oceania, 87% das visitas vinda desse continente é… claro… a AUSTRÁLIA! Outros 13% se reservam à Nova Zelândia.

Então, eu gostaria de agradecer aos meus amigos gorilas e minha fadinha rosa que estão na Austrália por tornarem o Guerra de Pipoca tão internacional!!!

Ressalto que agradeço a todos que fazem desse blog algo tão legal: Moiras, Bull, Tininha, Leo, Lalá, Vini, Jason, Raquel, Edu, Plutão, Su, Fernando, Henrique, Kosmic, Derick, Coringão, Black! Prestigio a todos pelo carinho a mim dispensado, apenas ressalto a Austrália e os gorilas porque tornaram global a visibilidade do blog, o que, sem dúvidas, é muito bom!

Fiz um print  para comemorarmos:

Obrigada a tod@s!!!

Feliz 2012 para nós. Sigamos com nível, qualidade, atitude, conteúdo e muita zoação!

Beijos,

Guerreira!

3 Anos de Blog!

Antes de mais nada, alguns preciosos lembretes:

Este fim de ano irei viajar para fora do país e, portanto, não vou ser rigorosa em publicar capítulos todos os dias. Acontecerá quando eu tiver tempo e inspiração. Peço por gentileza que compreendam, pois eu, mais do que nunca, também preciso de férias e de descanso. E por mais que não seja visível, parte da atividade de alguém que tem blog também é de trabalho, porque escrever é trabalhoso!

Ressalto essa premissa condicional porque pensei até mesmo em deixar a história pro ano que vem, mas como todos nós (inclusive eu) estamos esperando que essa história aconteça, me dei ao luxo de começá-la ainda este ano, mas estou com tempo apertado.

Outra coisa que farei diferente é sobre a enquete. Dessa vez começarei com a enquete de quem deve morrer na história. Só mais pra frente é que colocarei a enquete de quem é o/a assassino/a. Espero que elas, as enquetes, se desenvolvam de maneira saudável… se me entendem.

Ademais, outra mudança é que irei respeitar aqueles/as que me pediram para não fazerem parte da narrativa, por motivos diversos. Se mudarem de ideia, me comuniquem!

Além do mais, quem não faz parte mais do blog nestes últimos meses, obviamente, está automaticamente fora da brincadeira.

Um último aviso, também importante, é que o Edu está na China e volta somente em março. Ele tem conexão, mas pelo que ele me disse o WordPress, bem como outros sites, são bloqueados neste país. Se ele conseguir uma brecha, ele participa dos comentários. Se não, somente em março. PORÉM, vou colocá-lo na história, conforme combinamos. E qualquer coisa envio os capítulos para ele por outras vias.

Enfim, feliz 3 anos de blog!!! :)

Vamos ao mistério?

;)

Por: Guerra de Pipoca.

Feliz Natal e Ótimo Ano Novo para Todxs!!

Fotografia por Guerra de Pipoca.

Amigos/as,

penso que o Natal, antes de ser uma data sofrível e que exala religiões, é um momento em que as famílias se reúnem para reafirmarem os votos de amizade e parentesco. Momento em que cada um de nós fazemos um balancete anual na tentativa de projetarmos melhoras para o ano seguinte. Então, aproveitemos esse momento com o melhor que ele pode ofertar!

Desejo a todxs os/as amigos/as e suas respectivas famílias um Natal especial, recheado de alegria. E que nosso ano de 2012 seja maravilhoso, com diversas conquistas e felicidades!

O mundo não acaba em 2012. E sabe como sei disso? Porque Marty McFly do De Volta para o Futuro viajou para 2015! Então, até lá estaremos a salvo. rsrsrs

:mrgreen:

Beijos,

Guerra de Pipoca.

Skyline

Skyline – Skyline: A Invasão

Direção: Brothers Strause

Gênero: Ficção Científica, Besteirol Agudíssimo

EUA – 2010

Um ano depois…. Distrito 9 rendeu uma melhor bilheteria, vale ressaltar e recomendar.

Enfim.

Bom, eu sei, eu sei, eu sei, EU SEI, que deveria ter escrito sobre ele há mais tempo e assim que o vi, mas é que fiquei me questionando (na época) o por que  de dizerem que esse filme é sobre invasão alienígena e então acabei me esquecendo dele, uma vez que o filme é sobre um grupo que se tranca num apartamento  para se proteger de bichos-papões que roubam cérebros E SÓ. Qualquer coisa que se diga além disso é querer forçar a barra.

Por: Guerra de Pipoca.

 

Quero Matar meu Chefe

Quero Matar meu Chefe – Horrible Bosses

Direção: Seth Gordon

Gênero: Comédia

EUA – 2011

O chefe é megalomaníaco e psicopata (só podia ser Kevin Spacey, né?) e seu empregado é um submisso que não sabe se impor. Parece par-perfeito. A chefe é tarada e ninfomaníaca (Jennifer Aniston), seu empregado é um soldadinho de chumbo que acredita em casamento e está noivo de uma garota-panqueca (não vou explicar esse termo, assistam ao filme). O chefe é um cheirador de pó (Colin Farrel), filhinho de papai que herdou uma fortuna e acha que todos estão ao seu dispor e o pior, estão! Pois seu empregado… o que mais combina com um cheirador de pó? Acertou quem respondeu: careta!

Esse filme é assim: pra cada tampa, uma panela oposta. Porém não é sacal, torna-se divertido perceber que, no fundo, o sádico só pode exercer o seu poder na dependência de ter um masoca que tope a empreitada.

Acontece que os empregados odeiam seus empregadores e decidem matá-los. Aqui começa a comédia, pois até então: excesso de humilhação não tem graça nenhuma. Mas, faço questão de não por os nomes dos atores que fizeram os papéis de empregados, por pura pirraça e sarcasmo momentâneo. Afinal, é possível perguntar: desde quando subordinado fala? Aff… isso dá um pano pra manga…

Claro que três patetas ao planejar matar seus algozes só podia dar em muita trapalhada e assim foi. Passei mal de rir da cena do pó, tanto do empregado que cheirou acidentalmente, quanto do chefe que foi treinar kung fu de madrugada. Uma energia que só vendo! :D

A tarada, claro, é outra que tem uma energia pra lá de intensa. Chega a ser caricatural. Mas confesso que ri litros da cena da noiva do bofe dopada… Ninguém merece!

E por falar em ninguém merecer, que tal ser empregado de um psicopata? ho ho ho ho! Estamos falando nada mais, nada menos que Spacey! O presidente que decidiu ser também vice-presidente apenas para não restar dúvidas quanto ao seu poder. Narcisista a tal ponto só poderia ser alguém que duvida de sua própria sombra, não? E lá vai a esposa entrar no barco… opa! Mas se bem que ela… já viram o filme?

Vejam! Comédia leve, caricatural, sem pretensões e, o mais legal, que diverte! Tem dias em que é preciso jogar tudo pra cima e rir de alguns quadros pintados. Bom, espero que não tenha ninguém por aí querendo me matar também. Se bem que sou uma chefe gente fina… pero no mucho! rsrsrs :P

:twisted:

Por: Guerra de Pipoca.

 

 

European Film Awards 2011

Academia Europeia de Cinema anunciou os vencedores dos European Film Awards 2011, onde Melancholia foi considerado o Melhor Filme Europeu do ano. O mais recente filme de Lars von Trier tinha oito nomeações e acabou por vencer três prêmios.

Melhor Filme Europeu
Melancholia, de Lars von Trier

Melhor Realizador Europeu
Susanne Bier por In a Better World

Melhor Atriz Europeia
Tilda Swinton em We Need to Talk About Kevin

Melhor Ator Europeu
Colin Firth em The King’s Speech

Melhor Argumentista Europeu
Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne por Le gamin au vèlo

Melhor Cinematógrafo Europeu
Manuel Alberto Claro por Melancholia

Melhor Editor Europeu
Tariq Anwar por The King’s Speech

Melhor Design de Produção Europeu
Jette Lehmann por Melancholia

Melhor Compositor Europeu
Ludovic Bource por The Artist

Prêmio FIPRESCI
Oxygen, de Hans Van Nuffel

Melhor Documentário Europeu
Pina, de Wim Wenders

Melhor Filme de Animação Europeu
Chico & Rita, de Fernando Trueba, Javier Mariscal e Tono Errando

Melhor Curta-metragem Europeia
The Wholly Family, de Terry Gilliam

Melhor Desempenho em Cinema Mundial
Mads Mikkelsen

Prêmio do Público
The King’s Speech

Prêmio Co-Produção Europeia – EURIMAGES
Mariela Besuievsky

Prêmio Honorário

Michel Piccoli

Prêmio Carreira

Stephen Frears

Por: Deusa Circe.

+400 mil visitas!!!

Fotografia por Guerra de Pipoca.

A frase que dizem ser de Shakespeare (o que desconfio que  não seja) cabe para essa estatística de 400 mil visitas: “plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores…”

Acho que isso que fazemos sempre por aqui… não acham?

400 mil visitas! Plantemos mais!

Por Guerra de Pipoca.

Moscou contra 007

Moscou contra 007 – From Russia with Love

Direção: Terence Young

Gênero: Ação, Aventura

EUA – 1963

1963. Segundo filme da série. O dobro de gastos e quase U$ 100 milhões de lucro a mais do que o primeiro. A série está completa e consolidada, o papel é de Sean Connery, indubitavelmente. Abertura visual e sonora novamente com o cano de sua PPK, ainda usando chapéu e agora o tiro enche de sangue a tela.

Somente duas locações externas, Istambul e Veneza. Lembrem-se que a Guerra Fria é o mote do momento. Até John Kennedy assistiu este filme e vibrou. James encanta-se com 04 parceiras no enredo todo e suas piadinhas infames estão mais agudas do que o anterior.

Ir para a Turquia naqueles tempos era arriscado, a cidade dos mil minaretes, o estreito de Bósforo,e que não é um país árabe como a maioria pensa… James lá chega e é recebido por um motorista de jaquetão, dirigindo um Rolls Royce e seguido de perto por búlgaros e um loirão enorme e calado. Todos usam ternos de três botões, quase extintos na década de 70 a 90 e agora renascidos com força total.

Missão? Roubar uma máquina decodificadora chamada Lektor, das mãos dos russos, em sua embaixada. Mulher? A belíssima italiana Daniela Bianchi devidamente dublada, já que o papel de Tatiana Romanova, russa desertora não caberia sotaque de nenhum modo. Amigão? O talentoso Pedro Armendariz, indicado por ninguém nada mais nada menos do que John Ford, vivendo o Ali Kerim Bey em que o nome é repetido várias vezes de maneira tão suave e deliciosa que ainda bem que ele atende, já que uma bomba é endereçada a ele, neste instante.

O assassino mudo segue-os ininterruptamente, até na cama de hotel onde James conhece – biblicamente, inclusive – a Tatiana. Nunca antes nesse país se viu uma conquista tão fácil e arrasadora. O fato dos inimigos filmarem a cena para depois ser usada como chantagem é de uma deselegância a toda prova!

Entre cenas de dança cigana, com um movimento de “kriya” abdominal excepcional, luta entre mulheres semi-nuas, perseguições e tiros com longo alcance, James e Ali vão se desvencilhando dos inimigos. Percebe-se a intensidade da atuação de Pedro, que se mataria no final do filme, pois estava com câncer inoperável…

Restam apenas o chefão número 1 da ESPECTRE, criador de gatos brancos e peixes beta, a número 2; agente russa casca-grossa, velha, feia, e mortal e o Red Grant que o segue pelo trem que vai em direção a Belgrado no famosíssimo Expresso Oriente. O matador profissional utiliza de sua argúcia ao repetir o código de cigarro e isqueiro dos “00’s”, coloca sonífero no vinho branco da Romanova e bebe Chianti (que é sempre tinto) com peixe. Uma heresia para um homem refinado e vivido como Bond!

Luta dentro do apertado vagão. E vitória justíssima de Bond. E seguem em frente. Veneza é linda, sempre foi e sempre será, com sua Ponte dos Suspiros e águas altas e baixas. Contudo uma surpresa final o aguarda já na cidade dos amantes. A Rosa Klebb, disfarçada de copeira, tenta levar a máquina. Com faquinha nos pés, briga insanamente contra Bond, este refuta em matar uma mulher, porém Romanova – já – completamente apaixonada, empunha a PPK de Bond e finaliza com um tiro.

Novamente o filme termina em um barquinho, nas águas, com uma mulher e Bond. E lembrem-se que começou à beira d’água num bucólico piquenique em Hurley, em Berkshire com uma mulher (a bela Sylvia Trench), um barquinho, um champagne e Bond.

O que há de bom: consolidação da série com muito mais ação, além das locações maravilhosas da Turquia, na época destino pra lá de exótico

O que há de ruim: esqueceram do drinque e da apresentação típicos de Bond

O que prestar atenção: o tour por Istambul é completo; passando desde a Mesquita Azul, Santa Sofia, ponte sobre o Bósforo, as cisternas, o Chifre de Ouro, o Grande Mercado, o hipódromo, a estação ferroviária com o Expresso Oriente (Istambul, Zagreb e Belgrado), a Praça Sultanahmet – onde fiquei hospedado em 2010 – o palácio Topkapi, o Mercado de Especiarias e garanto que nada mudou…

A cena do filme: o que faz uma mulher como aquela num lugar como esse? Já nua e pronta para o James… oh, James! – Depois, descreva-me a Lektor…

Cotação: filme ótimo(@@@@)

Por: C.O.B.R.A.

007 – Contra o Satânico Dr. No.

007 – Contra o Satânico Dr. No – Dr. No.

Direção: Terence Young

Gênero: Ação

EUA – 1962

1962, Cuba já estava sob o domínio de Fidel, o Caribe era um lugar de veraneio mítico. A Inglaterra carregava ainda a sua chama de competência e finesse. Ondas de modernidade assolavam o mundo. Começava a década de sessenta.

Eis que aparece nas telas um filme com uma trilha sonora impactante, um visual diferente e um ator escocês, terceiro lugar no Mister Universo, com uma voz poderosa, sobrancelhas arqueadas, másculo e cheio de charme: Sean Connery.

Os livros do agente 007 escritos por Ian Fleming já eram sucessos antigos, lançado o primeiro em 53, Casino Royale. Mas agora ele tem cara e corpo, e que corpão! Sua apresentação torna-se um mote mundial:

- My name is Bond, James Bond.

Que mulher não desabaria diante de tamanha eficiência verbal e um sempre impecável gentleman vestido a rigor? Agente secreto da Sua Majestade, troca sua arma antiga, uma Beretta; por uma Walter PPK. Se bem que a pistola que a senhorita Moneypenny, a eterna secretária apaixonada quer, é outra…

Investiga com sucesso o assassinato de um colega, um 00 como ele (licença para matar) e é rápido e mortal, tanto quando atira como quando luta. Delicio-me ao ver o rádio-comunicador, o carrinho conversível dele. Uns carros de mão inglesa e outros a esquerda, estamos na Jamaica. Seu terno bem cortado também é notado.

E depois de um encontro no alto do morro, com uma sino-americana deliciosa, ele vai para praia. Lá sabe que encontrará o misterioso Dr. No, que guarda a sua ilha com mãos de ferro. E utilizando um contado geiger ele vê radioatividade nas amostras de rochas vindas de lá. Então o cientista que joga “chemin de fer”, como a garota do casino, é um traidor…

Toma um barco e chega à ilha e de repente, não mais do que de repente, emerge d’água uma loira de ombros largos, faca na cintura e um apelo sexual maravilhoso: Úrsula Andress. Que nem falar inglês direito sabia… mas precisa?

A leitora mais atenta pode até interpretar certa misoginia no meu relato, contudo é impossível deixar de olhar para Úrsula Andress de outra maneira que Sean Connery a mira. Torna-se sua parceira imediatamente, são capturados e levados ao malévolo Dr. Julius No.

E ele sabe até o drinque predileto de James, vodka – martini mexido, mas não batido! Outro ícone agora eterno… Dr. No deseja detonar o programa espacial norte-americano, apoiado pela organização mundial do mal, a SPECTRE.

Nem precisa dizer que Bond vence a todos, liquidando o rival com toques de bom-humor e pancadaria seca. É recolhido no mar, ao lado da belíssima Andress e solta as amarras do barquinho para mais um tempinho com a musa. Toca a música tema e inicia a franquia mais bem sucedida de todos os tempos do cinema. A que reflete uma época, os costumes, os sonhos e comportamentos de toda uma sociedade judaico-cristã ocidental. 007, Bond, James Bond.

O que há de bom: Sean Connery e Úrsula Andress, o personagem pronto 007 e as incríveis locações do sul da Jamaica

O que há de ruim: a voz e o sotaque suíço-italiano de Úrsula foram dublados, a voz dela é tão bonita como ela

O que prestar atenção: o aeroporto de Kingston daquela época.

A cena do filme: – My name is Bond, James Bond!

Cotação: filme ótimo(@@@@)

Por: C.O.B.R.A.