Amanhecer

Amanhecer – Breaking Dawn – Part 1

Direção: Bill Condon

Gênero: Comédia Romântica

EUA – 2011

Então tá! Sabemos que esse filme não é pra nossa idade, uma vez que se trata de uma animação infantil e por incrível que possa parecer não estou sendo irônica!!! Verdade, não estou. O que tinha de crianças no cinema não estava escrito no gibi. Cheguei, como boa vampira que sou, a questionar ao segurança sobre estar correto liberar a entrada para tantos infantos já que o filme, supõe-se, tinha muito sangue etc. Mas aí o segurança me lembrou que estamos falando de AMANHECER! Filme em que os vampiros não bebem sangue e não desaparecem do planeta.

Não há muito o que fazer com este texto, então, vamos à história!

Bella, finalmente, consegue arrastar Edward para o altar. O casamento, pasmem, é católico… (engolindo a risada aqui). Tá, vai, estou sendo maldosa, afinal a Bella é humana e sonha em entrar na igreja e tal. Porque pelo lado do Edward é patético jurar “até que a morte os separem”, né? Vampiros, ao que me consta, são eternos e mortos-vivos. Anyway!

Bom, casam e vão passar a lua-de-mel tão esperada no Estado do Rio de Janeiro. As cenas no Rio foram sumariamente mal exploradas. TANTOS lugares bacanas e filmam apenas o clichê Cristo e uma balada de quinta numa rua qualquer? Depois, filmam a Baía de Guanabara onde Bella está com a mesma roupa que saiu dos EUA, o que se supõe sem muitos erros que eles nem fizeram uma pausinha em algum hotel. Gente, mas que idiotas! Foram, de madrugada, direto para Paraty. Cidade linda, é bem verdade, mas foi muito mal explorada também! Tantas praças, estilo histórico, e nem passaram com a câmera por lá! Pararam numa casa luxuosa, bonita para lua-de-mel e por lá ficaram… jogando xadrez! :shock:

Vejam com os próprios olhos para não dizerem que não falei de flores… A garota passa 2008, 2009, 2010, SECA pra transar e quando casam vão jogar xadrez… é muito broxa esse Edward. Vira homem, moço! Cá entre nós, que homem que assiste uma coisa dessas e não acha viadagem (frescurite) demais? Perguntei pro Coringa o que ele estava achando da falta de vontade de transar do Edward, nem preciso dizer o que ele falou, né? rs

Aí por alguma incompetência do destino, a Bella engravida! E, que coisa, em 14 dias ela já sente o bebê mexendo… Depois dizem que eu sou má quando falo mal desse enredo… Não sou má, apenas sou Vampira Olímpia e não posso concordar com essa pamonharia a céu aberto!

Bom, Bella ficou muito fraca na gravidez, porque a vampirinha que está para nascer bebia seu sangue sem pudores. Ah, mas já ia esquecendo do Jacob? Claro, garoto sem sal, bastante inesquecível. À essas alturas ele se encontra rasgando a bunda porque Bella transou com Edward, engravidou e ele não.

Como lobo é um zero à esquerda. Renegou a matilha. Que crédito se dá para um lobo que vira as costas para o grupo?

O filme passa lentamente nas mesmas e repetidas cenas… até que Bella sente a primeira contração. A coitada está só pele e osso, mas se acalmem, ela como é péssima atriz não emagreceu ao natural. Tudo computação gráfica. Depois de muita encenação, a garotinha nasce. Os lobos tentam atacar os vampiros e vale ressaltar que as filmagens foram tão escuras que não entendi quem era quem no confronto. Péssimo!

Edward morde Bella, para ela não morrer pós-parto. E então, passado o efeito da morfina, se transforma em vampira. Agora sentem-se pois se toda essa narrativa já não inspira confiança, o que dirá o que vou dizer agora:

Ela se transforma em vampira quando amanhece. Quer coisa mais cafona uma transformação justo quando o Sol nasce????????? Ah, é que eles brilham na luz… tinha esquecido…

E tem quem chore numa droga dessas, dá pra acreditar?

Por: Vampira Olímpia.

Sexo sem Compromisso

Sexo sem compromisso – No Strings Attached

Direção: Ivan Reitman

Gênero: Comédia Romântica

EUA – 2011

Desejando esquecer o fim de seu namoro, Adam resolve enfiar o pé na jaca e acaba acordando no apartamento de sua amiga Emma. Ele acorda pelado no sofá e ela o chama para ir até o quarto para que ele coloque uma roupa. Uma clima rola e junto com o clima a primeira transa do dois.

A química é inegável e eles sempre querem mais e disso surge a proposta deles não se envolverem num relacionamento de amor, mas sim só sexo. Com a anuência de ambas as partes, o único objetivo da relação é o sexo.

No entanto, como nem tudo sai como se espera, Adam se vê apaixonado por Emma e ela por sua vez, teme sofrer ao entrar de cabeça num relacionamento, apesar de começar a gostar dele.

Bom, vamos lá rs! Acho que é normal se apaixonar e temer um pouco se envolver com alguém, mas não sei se realmente vale à pena negar algo tão óbvio. Tudo que é novo assusta, eu sei, mas também surpreende! Não gosto da sensação de não ter tentado, não gosto da sensação do “podia ter dado certo”. Acho que pra gente ter certeza das coisas é preciso viver tudo aquilo que desejamos para vermos aonde vai dar e pra saber se é realmente aquilo que queremos. E se der certo, ótimo, maravilha, mas se não der, bola pra frente, até porque dor de amor, não mata, dói, mas ensina muita coisa também!

É isso!

Beijãooooooooooooooo :)

Por: Bel.

De repente é Amor

De repente é amor – A lot like Love

Direção: Nigel Cole

Gênero: Comédia Romântica

EUA – 2005

Toda vez que penso nesse filme, penso nessa frase (é claro que ela serve pra todo tipo de situação que traga felicidade): “Felicidade se acha em horinhas de descuido…” Guimarães Rosa

Uma briga entre namorados. Um encontro casual no avião. Sexo no banheiro do avião. Atração mútua e caminhos que se cruzam, mas que ao mesmo tempo se descruzam. Um mistura de amor, com amizade, com atração, com tesão, mas que ao mesmo tempo parece que o destino não está nenhum pouco interessado em juntar!

O filme é marcado por encontros e desencontros dos personagens de Amanda Peet e Ashton Kutcher. Ele planeja a vida nos mínimos detalhes, quer alcançar objetivos e quer marcar data! Já ela não, ela é sossegada, vive o agora, ela deixa a vida levá-la! O encontro é explosivo e os marca.

Mas o tempo passa e ambos já têm vidas construídas, namorados novos e ele até se casa. Mas como nem tudo são flores nessa vida, algumas coisas podem desandar e é nesse meio tempo de bagunça que eles se encontram e que ao mesmo tempo de desencontram. E parece que sempre que a coisa ferve na vida de ambos, a vida vem e marca um encontro entre eles. :D

Mesmo sem perceber, sei lá, porque eu acredito que de repente a gente se apaixona, eles se apaixonam. Só que isso só começa a ser percebido no desenrolar final do filme rs!

Gosto muito desse filme. Talvez de comédia romântica esse seja um dos meus preferidos. É leve, suave, descontraído, apaixonante e mostra que tudo tem um tempo certo pra acontecer o que tem que acontecer!

Vou deixar a música do filme também! Eu amo!

Beijãooooooooooooooooooooooooo

Por: Bel.

 

2 anos de Guerra de Pipoca!!!

Enfim, se fechamos o ciclo de mais um ano, então, que venha mais! Somos gulosos!

:D

Parabéns para nós!

Beijos,

Guerra de Pipoca.

O Auto da Compadecida

O Auto da Compadecida.

Direção: Guel Arraes

Gênero: Comédia

Brasil – 2000

“Não sei, só sei que foi assim”.

Talvez dizer isso seja o suficiente para quem viu. É motivo de rir e de lembrar de uma sucessão de jargões hilários e expressões inesquecíveis deste filme que mostra, sim, a miséria nordestina – uma das marcas do cinema brasileiro-, mas com o diferencial de ser com muita graça e bom humor.

“Passei 3 dias deitado numa cama e nem um copo d´água me mandaram.  Enquanto a cachorra comia bife passado na manteiga!”

Há várias maneiras de se contar uma história e O Auto da Compadecida, quando busca na comédia a base de seu enredo, conta a dinâmica interiorana brasileira cheia de graça. O fato do filme ser no nordeste é só um “detalhe”. Toda cidade do interior do Brasil tem uma praça, uma igreja (com missa sendo rezada se duvidar exatamente agora), um mercado que o dono é conhecido de e por todos,  um senhor de idade andando a pé puxando seu cavalo na corda, vários cachorros correndo no meio da rua, alguns dormindo na calçada e um Banco do Brasil. Sul, Leste, Oeste e Norte! É assim a estrutura interiorana brasileira. Contar miséria? Ah! Pode ter certeza absoluta que a cada janela aberta com duas mulheres observando os andarilhos são vinte fofocas lançadas na cidade. Fazer disso uma história cheia de tristeza, como em alguns filmes brasileiros, pra que?

“Cidadezinha tá muito parada! Minha mão ta coçando prá dá uns bufete!”

Na verdade, o interior nunca está realmente parado, mesmo quando a inércia é visível aos olhos. Tem alguns interiores que são mais ‘interior’ que outros interiores, que, por total falta do que fazer, há sempre algo para ser feito. Nessas minhas andaças por aí em vilarejos, já ouvi de um senhor a seguinte sabedoria: – “Senhora, a gente num tem teatro, cinema, uma coisa diferente para passear, o jeito é os homi beber cachaça, as mulher falar da vida alheia e as beata rezá por nós”. O Auto da Compadecida é quase isso. No lugar das “beata” tem um padre que entra em desavença justo com a mulher do padeiro, que promete pegar a vaquinha de volta caso o mesmo não reze o enterro da cachorra em latim!

Ah! Tem mais isso no interior: enterro. Aliás, qualquer enterro é motivo de certa “festa” no interior. Tudo para, a fofoca é geral e todos se preparam para o grande momento. As melhores roupas são tiradas do armário, claro. Por pouca coisa para fazer, poucos eventos importantes acontecem, e o enterro é um acontecimento! Pouca gente, todo mundo sabe da vida dos outros e aquele morto é sempre um conhecido. Mesmo quando é conhecido do conhecido do conhecido do conhecido. Não importa, importa que é um conhecido de alguém conhecida!

“Taí duas coisas que eu não sabia: uma que eu era corno e outra que morto falava!”

As traições, no interior, também são grandes acontecimentos. A mulher fica mal falada ad eternum e o homem, a vítima – coitado, um corno pelas costas e um homem de bem na frente dos parceiros, um pai de família decente que não merecia isso! Ah! Se a traição vem do homem? Nem merece comentários, as fofoqueiras não alardeiam muito, afinal, “homem trai mesmo e a mulher que é burra de tolerar um homem desses”. No fim, a culpa é sempre da mulher. Porque a estrutura interiorana é mais machista do que se imagina.  A diferença do filme O Auto da Compadecida é que quem sapateia no improvável é a mulher do padeiro!

Enquanto a filha do fazendeiro coronel da cidade é uma mocinha virgem, a donzela puritana que foi pedida em casamento pela dupla Chicó e João Grilo, a Dora, mulher do padeiro, pinta, borda e manda em todo mundo, desde o Bispo e Padre até no valentão da cidade, o Vicentão.

E por falar em “oxi”… quem é que não queria ter um gato que “descome” dinheiro? Imagine você ter uma mina de dinheiro que é produzida pelo fiofó do bichano? Ah! Cada cultura tem seu folclore, suas fantasias mitológicas, o gato que descome dinheiro é, no mínimo, uma invenção sensacional! Para esta história, o valor do dinheiro é o mesmo do local onde ele nasce! O Auto da Compadecida deixa isso claro o tempo todo, seja quando  João Grilo é maltratado pelos patrões até quando o coronel decide tirar uma tira do “côro” de Chicó por ele não ser um rico pretendente à mão de sua filha. Sem contar que o padre, pela vaca e dinheiro do padeiro, reza a missa em latim e depois tem consentimento do bispo. Ah! o gato que descome dinheiro é uma linda metáfora “interiorana mitológica”.

“‘I love you’, que é morena em francês.”

Isto eu nem preciso comentar, né? Melhor falarmos do cangaceiro Marco Nanini! Espetacular!

Cangaceiro: – Qual a sua graça?

João Grilo: – Pobre não tem graça, pobre tem desgraça.

E o cangaceiro: – Então qual é a sua Vossa Desgracença?

hahahahahahaha! Muito bom!

E aqui vem uma das partes mais surreais do filme: a gaita!

Realmente, não precisa dizer mais nada, a não ser que recomendo, claro! Pois como dizia Ariano Suassuna, quem escreveu essa história, “não troco o meu ‘Oxente’ pelo ‘Ok’ de ninguém”. :D

rsrsrs

Por: Guerra de Pipoca.

Os Mercenários

 

Os Nerds ContraAtacam!!!

Os Mercenários – The Expendables

Direção: Silvester Stallone

Gênero: Encontro dos Porradeiros

Brasil – 2010

Vi apenas o cartaz do filme, onde estão perfilados meus ídolos dos filmes de ação da década de 80. Soube que as locações foram no Brasil e dirigi-me ao cinema com a total certeza de que veria aquilo que esperava. Muita porrada, tiros, carnificina, músculos anabolizados, monstros envelhecidos e piadinhas infame! E não me decepcionei.

Não há roteiro algum, ótimo. Dá mais tempo de apreciar os personagens prediletos destes filmes e seus estereótipos. Existe o ditador latino-americano usando um cavanhaque breguíssimo, seus mastodontes ao lado e um homem fino, de terno, com os dentes escovados com colgate fluorgarde e que o explora financeira e sexualmente (isso ficou por minha conta, tá? ).

Na primeira cena o esbagaçamento do rival é espetacular. Você não sabe quem é o amigo ou quem é o inimigo, o que me poupa de pensar. Apenas aprecio as lutas e os pseudo-diálogos entre os já manjados heróis do passado. Eles estão afinadíssimos! Destaque absoluto pela imuno-histoquímica – minha tese de mestrado – entre Statham e Stalone. Eles provocam um ao outro, com frase soltas e dispersas, sem nenhum sentido lógico!

Meu querido Rourke quase estraga uma sequência ao tentar ser filosófico. Mas sua habilidade em tatuar o trincadíssimo Sly e em atirar facas, faz-me esquecer momentaneamente de que o melhor está por vir. O encontro ecológico dos machos-escrotos-violentos em extinção: – Stalone, Arnold e Willis.

Enquanto isso a tal ilhazinha de Villena está sofrendo horrores com o ditador, pai da mocinha que deseja lutar por seu país. Ela até que desenha bem, mas não deu pra ver se é gostosa. Magra e pouco farta. Igual à ela tem mais de oito no ponto de ônibus de Mangaratiba.

As portas da igreja abrem-se para Arnold. Dentro estão Stalone e Willis. Uma sucessão de ironias e gozações quase me matam de tanto rir. Esse diálogo ficará para a história do cinema de ação. Grosseria atirada em palavras. Bocas tortas, corpos cansados, mas firmes, vozes guturais e impressionantemente toscas. Delirei!

Jet Li ficou com a parte das gracinhas, mas luta melhor do que todos. Único que não usou o batalhão de dublês à disposição dos já – alguns – sexagenários senhores. Dolph Lundgren – pensei que estivesse morto ou num asilo de lutadores fracassados – está espetacular com seu rosto inexpressivo e voz pior ainda. Protagonizam a mais coreográfica das lutas, mas sem perder a ternura.

Os novatos Randy Couture (da orelhinha em couve-flor) , Crews ( um gigante com flexibilidade ) e Steve Austin ( o famoso Stone Cold) são muito fortes e sem nenhuma qualidade de interpretação, todos têm futuro nos filmes deste tipo, aguardo.

No final o coitado do irmão da Júlia Roberts, o Eric é fuzilado como merece e ainda leva uma por trás. Vejam. O avião decola. Cada um irá pegar suas respectivas Harleys, namoradas e camionetes e não saberão em quem montam primeiro.

O que há de bom: absoluta falta de lógica e excesso de violência gratuita

O que há de ruim: onde estão Steven Seagal o cara de paspalho, Van Damme das panturrilhas finas e o melhor de todos, o meu ídolo de somente duas expressões faciais, o único homem na face da terra que enfrentou Bruce Lee, Chuck Norris?

O que prestar atenção: as tatuagens são belíssimas, se o roteirista tivesse um pouco mais de cérebro, acrescentaria os desenhos da moçoila no antebraço do moço

A cena do filme: Arnold, Bruce and Sly, imperdível, épico, lendário

Cotação: filme bom (@@@) ao que se propõe …

Por: C.O.B.R.A.

Minha Noiva Falsa

 

Quando você se casa, não se casa com a pessoa que quer casar, mas com a família dela também...

 

Minha Noiva Falsa – My Fake Fiance

Direção: Gil Junger

Gênero: Comédia Romântica

EUA – 2009

Solteirona (Jennifer) está de mudança e vê o caminhão com tudo dentro ser roubado à luz do dia.

Solteirão (Vince) viciado em jogos deve as calças e os fundos para um agiota que se diz O Macaco (favor não confundir com O Gorilão, pois este é pesquisador rs).

Se conhecem num casamento de conhecidos.

Ela não tem dinheiro para mobiliar seu novo apartamento… ele não tem dinheiro pra pagar O Macaco…

Decidem se casar para ganhar presentes e dinheiro!

Tudo muito certo, mas combinações assim não acontecem como o planejado. A gente sabe bem o por que: o contrato não envolve apenas o “profissional”, mas os sentimentos também, além de famílias. E quando os sentimentos são envolvidos… com pai e mãe no meio enchendo o saco… rs

Antes de assistir o filme o previsível vem à mente: no fim, eles casam de verdade e ficam juntos. Toda comédia romântica é assim e no dia que inovarem o final deixará de ser comédia romântica! ÓH! Não é lindo isso? Mas o que importa mesmo é o meio, saca? O meio que diz o filme e dita as novidades da história.

O “meio” não é tão engraçado assim, é mais problemático que divertido. Porém, Melissa Hart nasceu pra esse gênero, né? Gosto demais dessa atriz! O que elevou o conceito do filme, com certeza. E Joey Lawrence é um mega fofo! Então, só quero registrar esse filme na lista de comédia romântica vista por mim no blog, porque no fundo não o recomendo. Os atores são ótimos, mas o conjunto da obra não é lá essas coisas, apesar de algumas cenas lindas: 1. ele não ter traído Jennifer; 2. ele tratar os sobrinhos dela de um jeito lindo; 3. ela ter ido ao Macaco salvá-lo…

Por: Laís.

O Aprendiz de Feiticeiro

Bruxo Balthazar Blake - Nicolas Cage. O único que se salva no filme.

O Aprendiz de Feiticeiro – The Sorcerer’s Apprentice

Direção: Jon Turteltaub

Gênero: Fantasia, Aventura

EUA – 2010

Vou dizer logo pra não criar suspense demais: o filme tem dois pontos que não são “engolíveis”.

  • Bruxa Morgana é inimiga de Merlin;
  • O primeiro merliano (discípulo direto de Merlin) é um estudante de Física do ano de 2010… Poupe-me de tanta blasfêmia!

Diante deste disparate, não recomendo este filme!!!

O longa começa narrando o momento em que Morgana se volta contra Merlin por pura ambição. Obviamente, guerra entre bruxos começou. De um lado, discípulo de Merlin – vai entender porque não é o primeiro merliano, o filme não explica tamanha discrepância, embora finja que explique -, Balthazar Blake (Nicolas Cage)  – atuou bem, gosto dele. De outro lado, discípulo de Morgana, o morganiano Maxim Horvath (Alfred Molina).

A impressão que tenho é que Molina não deu conta de despachar antigas atuações. Está a cara do vilão Dr. Octopus do Homem-Aranha, só que sem tentáculos. Em compensação, usa uma varinha mágica. Um pouco decepcionante no filme, confesso sem grandes pudores. Esperava mais, sobretudo em nome da experiência de palco. Em minha opinião, Cage se apresentou bem melhor. Abandonou os resquícios do anjo Seth em Cidade dos Anjos, mas nem tudo. Em alguns momentos “o vi” lamentar a ausência da Bruxa Verônica (Monica Bellucci) da mesma maneira em que lamentava o amor pela médica Meg Ryan. Ainda assim, gostei da atuação.

De volta à narrativa, Balthazar prende Morgana e Verônica num “receptáculo” e somente o primeiro merliano terá força suficiente para matá-la… (sem comentários).

Bom, o primeiro merliano, como disse acima, é um nerd estudante de física, apaixonado desde tempos primários por uma menina e vê seus planos com ela irem por água abaixo quando encontra Blake pela primeira vez na vida – onde ganhou seu anel de bruxo -, aos 10 anos. Encontro traumático, diga-se de passagem.

De uma possível história de bruxos, feitiçarias e afins, temos uma história que se pauta na comédia romântica, num caso mal resolvido de infância, num amor que dura esse tempo. Sinceramente, tive meus romancezinhos de infância, mas nem me lembro da força desses sentimentos! Qual criança, que se apaixona na escola, passa a vida desejando ardentemente esse amor infantil? Quanta bobagem! Mas, dá certo nesse enredo! É o que sustenta e dá graça em toda narrativa! Pois, 10 anos depois, com seus 20 anos de idade, encontra novamente com a garota e com o Balthazar. Como conciliá-los é a graça do filme, por incrível que pareça. Lamentável.

Por fim, é o que tenho a dizer de todo o filme: Lamentável. Poderia ter sido ótimo se não fosse a pequenez do roteiro…

Por: Morgana.

Anjo das Trevas

Anjo das Trevas – Wolvesbayne

Direção: Griff Furst

Gênero: Aventura, Suspense

EUA – 2009

Levar a sério a imagem acima é algo que não espero de ninguém daqui, bem como é certo que não esperam de mim seriedade com esse tipo de filme(co ). Esse rapaz da imagem é Russel Bayne (Jeremy London). Um babaca narcisista que vê sua vida capitalista ser “enjaulada” pela existência quando sofre ataque de lobisomem em beira de estrada. Ihhhhh! Também já vi ‘esse’ filme. 400 vezes, inclusive.

O otário não sabe mais quem é e nem o que fazer de sua vidinha. Daí é aquilo de sempre: encontra uma boazuda (que  é contra a matança, a vampirada, o mundo cruel…) que lhe ensina novamente a viver, a lidar com sua nova forma. Dã! Patético!  Se alguém duvidar que ele se apaixonou pela mestra eu jogo uma almofada bem no meio da cabeça pra cair na real. Obviedades são, sempre e pra sempre, obviedades.

Sim, perdi tempo vendo isso. É até ofensivo perder meu tempo escrevendo sobre esse filme (pois, ele não merece), mas como (quase) todos os  filmes sobre vampiros e afins eu  me encarrego de dar o veredito…

Por: Vampira Olímpia.

Ele não está afim de VocÊ

Ele não está tão afim de você – He’s Just Not That Into You

Diretor: Ken Kwapis

Gênero: Comédia Romântica

EUA: 2009

Então rs, será que eu ligo ou não ligo?

Será que espero ele(a) me ligar?

Será que estou preparado para me casar?

Será que é com ele(a) mesmo que eu quero ficar?

O que eu faço dentro de um casamento tão sem emoção rs?

Só queria que você apoiasse meus sonhos e desejos…

O filme “Ele não está tão afim de você” vem tentando responder esse tipo de coisa rs! Eu tiraria metade dos atores do filme, como por exemplo, a Jennifer Aniston, a senhora cabeça de batata rs. Vou focar na parte que eu achei mais bacana do filme rs!

A personagem central do filme é de um carisma, de uma graça e de um romantismo total rs. Numa noite qualquer ela sai com um rapaz e no dia seguinte espera que ele ligue pra ela. Acontece que ele não liga e daí ela decide ir até o bar de novo na tentativa de encontrá-lo ao acaso rs! Eis que lá acaba encontrando o amigo do rapaz que tem uma visão mais racional do que seja um relacionamento. Eles ficam próximos, conversam sobre diversas questões, ele dá dicas, diz o que  pensa sobre relacionamentos, colocava tudo aquilo que pensava como se fosse uma regra. O que ele não contava, é que num futuro muito próximo, tudo que  achava, sentia, deduzia, poderia cair por Terra rs! E é aquele velho ditado rs: toda regra tem sua exceção!

Antes de mais nada o filme fala sobre diversas relações amorosas, fala sobre estar num casamento sem surpresas, sobre querer morar junto mas não querer oficializar a união, traição, fala sobre os conflitos de saber ou não quando alguém está afim de você ou vice-versa, sobre o famoso liga ou não liga rs! Eu acho que na dúvida, liga logo, ué rs! Hahahahahahahahaha

A verdade é que não há uma fórmula perfeita para encarar, entrar ou sair de um relacionamento, isso é coisa que a vida ensina, seja nos erros ou nos acertos. É coisa que nós precisamos vivenciar para entender e para ter experiências próprias, o que acho de extrema necessidade. É preciso viver de tudo nessa vida. Eu acho, né rs!

E lembre rs, o amor está por aí, pode ser que apareça em horas inesperadas ou não, em horas de completo descuido, pode ser que apareça de repente rs ou então, pode vir em forma de “ para tudo rs, tem caroço nesse angu” rs ;)

A música que toca no finalzinho é minha preferida de todos os tempos rs: somewhere only we know – Keane!

Beijãoooooooooooooooooooooooooo

Por: Bel.

Eclipse

Eclipse

Direção: David Slade

Gênero: Besteirol Agudíssimo.

EUA – 2010

Ir ao cinema com as Moiras e Fada Bel é sempre ótimo, independente do filme. Quando o filme é bom, o prazer aumenta, é claro, mas não faz diferença. Por incrível que pareça, prefiro quando o filme é ruim, como Eclipse. Pois, assim podemos rir uma da cara da outra, fazer comentários insanos, rir dos personagens do filme, sacaneá-los à exaustão – é a melhor parte: super terapêutico! Nada melhor do que rir da cara do Lobisomem desse filme… rs Saudade do Lobisomem Benício Del Toro, esse sim merece aplausos.

O filme, todos sabemos, continua com a história de Edward que ama Bella, que ama Edward, que odeia Jacob, que ama Bella, que não sabe se gosta de Jacob… e blá blá blá blá blá. Todos sabemos que a Bella deve ser muito especial, a ponto dos vampiros se confrontarem por causa de uma… mortal(zinha)… (Drácula se decepcionaria com os clãs – disse isso centenas de vezes)… enfim…

Edward é um corno. Simples assim. Um vampiro “à moda antiga”, que se nega transar com a Bella antes do casamento, que a vê beijando o Lobisomem e não faz absolutamente nada além daquela cara de sempre de sofrimento.

O filme é tão somente sobre se a Bella vai ficar com Edward ou com Jacob E quando ela vai perder a virgindade com o vampiro. Nas entrelinhas, temos Victoria que ainda tenta vingar-se de Bella por causa da morte de James. Os lobos se unem com os vampiros e tudo fica em paz. O que passa na cabeça de Stephenie Meyer?????? Príncipes, princesas, casamento perfeito, tudo lindo. Pois eu vos digo: os príncipes existem, todos os homens são príncipes, porém com corpo e alma de sapos, e isso nunca vai mudar. Muito cansativa essa história toda e nem é pela falta de realidade, nem pela chatice da garota –problema etc, mas por constatar que os seriadinhos que assistimos semanalmente sobre vampiros são infinitamente melhores do que essa merda que rende milhões.

Digo que o próximo não vou ao cinema e acabo não aguentando e indo, mas dessa vez eu jogo a toalha branca em cima da mesa e me retiro do poker. Não consigo ser masoquista, nunca consegui.

Agradeço pelas companhias sempre extremamente especiais e capazes de me segurar no cinema até o acender das luzes. E agradeço pelas risadas que me proporcionaram.

Recomendo assistirem True Blood, muito mais legal e emocionante.

Por: Vampira Olímpia.

Casa Comigo?

Casa Comigo? – Leap Year

Direção: Anand Tucker

Gênero: Comédia Romântica

EUA – 2010

Invariavelmente, toda mulher quando recebe de seu namorado uma caixinha de joia embrulhado para presente imagina que ali contém anel de noivado. No lugar de um anel promissor, “Anna de Boston” recebeu um par de brincos. De diamante, é verdade, mas foi tão frustrante como se tivesse ganhado um colar de safiras mais caras do mundo. Não importa a pedra, nesta ocasião. Importa o símbolo e este não significa casamento.

Seu namorado é um cardiologista famoso, que precisa embarcar com urgência para Irlanda e deixa “Anna Bob” no restaurante com seus novos brincos. Di-amantes… Sabendo que a Irlanda segue uma tradição onde em cada ano bissexto, dia 29 de fevereiro, as mulheres são autorizadas a pedirem seus namorados em casamento, ela decide fazer-lhe uma surpresa e viaja para Dublin. Ops… Viaja para algum lugar da Europa, pois no “meio do caminho” o tempo fica muito ruim e ela vai parar no interior do interior do interior da Irlanda. Chegando lá, com sua mala Louis Vuitton (e esse “detalhe” é importante nesse filme), topa com Declan, dono do bar e do hotel do vilarejo. A sensação é de ver Catarina e Petruchio da novela global O Cravo e a Rosa! “Como é que é que é que é que ocê tá dizendo, oh Catarina, sua onça!”. Só que ao invés de “onça”, Declan chama Anna de “Bob”, que significa “grana” na Irlanda. Nem queiram saber como ele chama a “mala” dela… :D

Por dinheiro, ele decide levá-la a Dublin e aí acontece de tudo nesse caminho…

Se sua casa tivesse pegando fogo, qual seria a primeira coisa que você salvaria nela?

Por fim, vale à pena relembrar uma das melhores cenas de O Cravo e a Rosa… E então, o que será que aconteceu com Anna de Boston Bob e Declan? :D

Por: Guerra de Pipoca e Laís.


Como Perder um Homem em 10 Dias

Como perder um homem em 10 dias (How to lose a guy in 10 days)

Direção: Donald Petrie

Gênero: Comédia

EUA: 2003

Bom rs, dizem por aí, que homem não curte muito ganhar flores, porém, pesquisas recentes mostram que entregar flores para os homens no sentido de simbolizar o amor dos dois pombinhos é um sucesso total. Experimente a tão famosa samambaia do amor.

Não tem nada mais surpreendente, segundo eles, que a namorada chegar no meio de uma final super mega importante de futebol, a qual ele combinou de ver só com os amigos e querer comandar a bagunça rs!

Hummmmm, se você é daquela que acha que chamar o namorado de bebê ou então imitar voz de criança ao falar com ele é cafona, reveja seus conceitos rs! Homens amam ouvir aquela voz fanhosa de criança bem no pé do ouvido. Eles ficam nas nuvens rs!

Sabe todas aquela latinhas de cerveja que ele comprou rs? Pois então, coloque todas no congelador e deixe congelar completamente rs!  Ou então, até deixe só gelar rs, mas ao retirar lave-as quantas vezes se fizer necessário só para que elas possam ficar quentes de novo rs! É certo como dois mais dois que eles vão adorar rs!

Ligue, ligue toda hora pedindo atenção. Mas ligue insistentemente rs!

Marque compromissos TODOS os fins de semana com sua família ou seus amigos sem consultá-lo, afinal de contas rs, surpresa é surpresa rs!

E talvez o mais importante…tente discutir a relação quase todos os dias, eles dizem que não gostam, mas no fundo, no fundo, o que eles mais querem é isso rs! hahahahaha

A verdade é que com tudo isso aí em cima que eu citei, é capaz de não se perder um homem em dez dias, mas sim em cinco segundos. :P

Ben Barry é um publicitário que está disposto a ganhar uma conta para fazer uma propaganda milionária de diamantes. Andy Anderson é uma jornalista que sonha em falar sobre política.

Ben ganhará a conta publicitária se fizer uma mulher se apaixonar por ele em 10 dias e Andy, por sua vez, conseguirá escrever artigos sobre política se conhecer um homem e escrever um artigo sobre como perdê-lo em dez dias e ela está disposta a fazer da vida do moço em questão um verdadeiro inferno rs!

Numa certa noite, num bar, Ben e Andy tem seus caminhos cruzados, bem como suas apostas e a partir daí o filme se desenrola de uma forma muito hilária.

Quanto mais ela o irrita, mais ele tenta agradá-la e vice-versa.

A verdade é que, com o tempo passando, com o final de semana em família, a paixão entre os dois vai aparecendo e é uma questão de tempo para que eles percebam que um está prestes a ser inserido no futuro do outro!!!!

É lindo, engraçado, apaixonante e eu recomendo. :)

Beijãoooooooooooooooooooo.

Por: Bel.

Idas e Vindas do Amor

Valentine’s Day –Idas e Vindas do Amor

Direção: Garry Marshall

Gênero: Romance, Comédia Romântica.

EUA – 2010

Dizem que o dia dos namorados é o dia mais feliz do ano, concordaria se todas as pessoas conseguissem ser feliz amando muito e namorando mais ainda. Para alguns, dia dos namorados não passa de uma data como qualquer outra. Na verdade, qualquer data é uma data como qualquer outra, a gente que põe significado nelas.

Eu por exemplo lembro do dia em que dei meu primeiro beijo, que comecei a namorar com meu primeiro namorado, que tive minha primeira briga (DR).. não são datas comerciais, mas são datas que significam pra mim pq narram minha história. E, com isso, me identifiquei com as diversas histórias interligadas do filme (como podem ver no desenho), pq já fui apaixonada não-correspondida, já amei até dizer chega sem saber que estava amando, já traí, já fui traída, já fiquei com medo de levar um fora, já dei vários foras, já tive ódio do dia dos namorados, já odiei não ter namorado, já me senti sozinha no mundo (super emo, mas eu sou muito emo rs), hoje amo meu namorado, acredito em alma gêmea,..

Esse filme não é bem de comédia, a não ser que vc saiba rir das desgraças que te acontecem, assim ele é muito engraçado. Tem graça verificar que o final pode ser feliz, pq se perder a esperança de ser feliz pra sempre mesmo com os nãos, com as tristezas e decepções, o que mais restará para buscar nessa vida?

Eu acredito no amor!!!

Loveeeeeeeeeeeeeeeeeee,

Por: Laís.

p.s. eu não vou contar todas as teias de aranha que ligam os personagens do filme pra não ter que contar o filme todo. Tem que assistir!!!

Fica Comigo

Fica Comigo – Drive me Crazy

Direção: John Schultz

Gênero: Comédia Romântica

EUA – 1999

Eu não sou muito boa pra escrever sobre comédia romântica, mas revi esse filme e quero falar um pouquinho sobre ele. Pouco mesmo rsrsrs.

Ela é uma patricinha popular, ele, seu vizinho, é um roqueiro da turma do fundão. Estudam na mesma escola. Não preciso me estender na descrição, isso já basta e diz tudo. Ambos sofreram uma decepção amorosa, o que era de se esperar. Seguindo essa lógica, decidiram se unir para provocar ciúme nos ex. Haja desculpa esfarrapada rsrsrs. Daí pra frente, nada a acrescentar pra não estragar o final rsrsrs.

É um filme divertido que me fez realmente gargalhar por um único motivo: a sintonia dos atores salta aos olhos. São juvenis, atrapalhados, até certa medida inocentes em experiências, aparentemente bem diferentes, mas é sabido que são os semelhantes que se atraem e os opostos se traem, rsrsrs.  Transformam-se, inicialmente, de acordo com o combinado, mas não mais do que de repente, as coisas fluem… é um filme muito bonitinho! Eu gostei!

Recomendo.

Por: Guerra de Pipoca.