A Garota da Capa Vermelha

A Garota da Capa Vermelha – Red Riding Hood

Direção: Catherine Hardwicke

Gênero: Suspense, Romance

EUA – 2011

Para inaugurar, em definitivo, o ciclo de textos temáticos – visando comemorar o Dia dos Namorados – trago a Chapeuzinho Vermelho, que é comida pelo Lobo Mau. Dizer isso é como dizer tudo, ainda mais quando os olhos (“pra ver melhor”) se deparam com o título e com a direção do filme. 1. Quem conhece a Chapeuzinho Vermelho sabe como a história começa e termina; 2. Quem sabe que Hardwicke fez Crepúsculo também sabe que no filme a mocinha será disputada por dois e que o assunto virgindade poderá compor a pauta. Ok. Sem surpresas até aí.

Acontece que felizmente a diretora inseriu um elemento na trama e no suspense que julgo muito interessante: quem é o assassino/lobo mau já que todos são suspeitos? Bingo! A partir de então, o enredo se cria em outro clima (mais atraente, vale dizer) e que me fez ficar atenta aos detalhes da história. Pois, de possível chateação “crepusculiana” me vi imersa numa narrativa detetivesca! Porém, contudo, entretanto e todavia, não é por isso que o filme seja bom ou espetacular…

Bem, comecemos pelo o início.

Valerie (Amanda Seyfrield), a Chapeuzinho, desde criança se mostra “má”. Isso se tomarmos o parâmetro de matar animais como um ato de maldade. Pra mim é. Pra mim é extrema crueldade matar qualquer ser que seja pelo simples gozo de matar. Bom, independente dos juízos de valor, Hardwicke inaugura uma novidade na história: de que Chapeuzinho não é tão do bem como muitos pensam. Na verdade, nenhuma criança é pura, como dizem por aí. Elas são, sim, indefesas. Claro. Não tem força, nem experiência, para se defenderem do que o mundo pode fazer com elas. Mas, dizer que são inocentes… convenhamos! Felizmente, Freud acabou com esse mito… o parceiro da Chapeuzinho também não é lá tão do bem assim. E como é esperado pra não fugir tanto da história original, ele se torna um lenhador/caçador.

São apaixonados um pelo outro desde crianças e sonham em ficar juntos por toda vida. Muito bonito. Acontece que Peter Falk (Shiloh Fernandez) é pobre e na aldeia em que vivem, como em qualquer outra “aldeia”, o dinheiro determina ‘certas’ visões de mundo. Amanda tem um outro pretendente (Henry – Max Irons), que ela não o ama, mas que é rico. Então, sua família deseja que ela se case com o moço rico. Vale ressaltar que o pai de Valerie é o mesmo ator que faz o pai de Bella da saga Crepúsculo (Billy Burke). Não é preciso dizer que Valerie se encontra às escondidas com Peter etc, certo? Afinal, há uma grande contradição na sociedade: as pessoas afirmam categoricamente que o amor é lindo, porém, determinam que a pobreza é horrorosa. Então, na luta braçal entre o amor ser lindo e a pobreza ser horrível, o/a rico/a é sempre melhor pretendente para aqueles/as que desejam ter um “bom” futuro pela frente. O futuro, afirma a maioria, é pautado no “ter” e não no “ser”.

Em meio a toda essa questão, surge na aldeia um lobo mau. Ocorre que esse lobo não é um lobo comum, é um lobisomem e quer levar Valerie embora a qualquer custo. Quem pode ser esse lobisomem que já fez algumas vítimas?

Nos papéis de detetives da história, se encontram o padre Solomon (maravilhoso Gary Oldman) e, nas entrelinhas, a vovozinha de Valerie (Julie Christie). Sim, sim, a vovozinha do filme quem deu à Chapeuzinho a capa vermelha com capuz! :D Também não é preciso dizer o fim da Vovozinha, certo?

Uma curiosidade particular: lembro-me que meu pai lia historinhas para mim antes de dormir e num rompante de curiosidade latente, questionei: pai, como que o lobo come a vovozinha e ela permanece viva? Bom, convenhamos que se trata de uma pergunta óbvia e que deveria ser feita por todas as crianças que escutam essa narrativa…

Retornando ao filme, acredito que o grande erro de sua estrutura foi ter instaurado uma inquisição ao lobisomem sob a égide do catolicismo. Ainda que seja preciso reconhecer que a Igreja Católica modelava os costumes e a moral da sociedade ocidental em alguns séculos atrás, a maneira como a diretora inseriu o contexto religioso na história não ficou bom. Definitivamente, ficou horrível e detonou com metade do longa.

Então temos: um triângulo (forçado) amoroso, um lobisomem que deseja fazer vítimas e comer geral e a Igreja Católica condenando (ao colocar tudo no pacote de “bestialidades”) o amor, o tesão e o sexo livre. Em resumo é isso, só que conta com a vestimenta da fantasia, do tempo… o que faz parecer que o filme está numa época muito distante de nós. Será?

O lobo mau, neste filme, “se deu bem”. Será que Jacob se dará mal ao fim da saga de Crepúsculo? Cenas dos próximos capítulos…

Por: Guerra de Pipoca.

Scooby-Doo 4! A Maldição do Monstro do Lago

Mistério S/A e a Vítima

Scooby-Doo 4! A Maldição do Monstro do Lago – Scooby-Doo! Curse of the Lake Monster

Direção: Brian Levant

Gênero: Desenho, Animação, Suspense, Mistério, Comédia, Aventura

EUA – 2011

Scooby-Doo e a Mistério S.A. é, sem dúvidas, o meu desenho infantil favorito. Quando tinha mais tempo para ele, passava horas em frente à televisão assistindo aos desenhos repetidos que eu gravava do Cartoon Network. Felizmente, agora investem em cinema. Nós fãs agradecemos!

Os filmes anteriores pecam por tentar dar um formato cinematográfico a um desenho consolidado há anos no mercado. O primeiro feito, inclusive, inseriu no enredo a triste e idiota ideia de que a Mistério S.A. estava chegando ao seu fim. Um golpe duro para quem é realmente fã.  O segundo filme (Monstros à solta) conseguiu resgatar o aspecto cartunesco, garantindo ao espectador um gostinho mais próximo das aventuras que marcaram a infância.  Mas, ainda assim, o filme tem cara de filme e não de desenho animado. Este filme tem um formato mais próximo ao desenho. Aliás, é um desenho em forma de filme.Como fã, não me senti lesada com essa produção. Gostei bastante!

A trama é muito simples, sem ideias atravessadas e difíceis de engolir: a turma do mistério entra de férias escolares e arruma um trabalho em um resort do tio da Daphne. Conta a lenda a existência de uma bruxa que, ao ser judiada como tal, amaldiçoa o lugar liberando o monstro do lago.

Nas horas vagas, Daphne e Fred discutem seu relacionamento e Salsicha investe na Velma. É preciso atualizar o diálogo do desenho, realmente. Eu não achei ruim a ideia inserida de namoro  & afins nesta história. Pra qualquer indivíduo (sobretudo os mais infantis e adolescentes), é  de grande valia as mensagens discutidas na narrativa. Importa que no fim a turma do mistério continua como é de origem. Ufa! Amigos para sempre: cada um com seu modo particular de levar a vida. E, mesmo com divergências de personalidades, respeitam-se mutuamente.

O que ficou devendo é que Salsicha não disse NENHUMA vez: “Scooby-Doo, onde está você, meu filho?” rsrsrs. Erro crasso da direção! Eu amo esse jeitinho desesperado do Salsicha em buscar apoio no seu melhor amigo. Porém, o bordão de final de episódio compareceu: “eu teria conseguido se não fossem por  aqueles garotos e esse cachorro idiota”. Claro!  :D

E alguma vez, por acaso, a Mistério S.A. não deu conta do recado?

Eu me diverti muito com esta animação! Muito boa!

“Scooby-Dooby-Doo-oo-oo!”

Por: Guerra de Pipoca.

 

Sobre Alice…

 

(Feita por mim do livro: Alice no País das Maravilhas)

Alice no País das Maravilhas  de Tim Burton – EUA / 2010

Por um motivo muito simples gosto bastante desta obra: toda a jornada de Alice é para conhecer aquilo que é desconhecido. Nada mais psicanalítico do que isto. Aliás, Alice é um incentivo para qualquer área desde que seja do saber ainda não sabido. Creio que pesquisadores, etnógrafos, analistas e até mesmo curiosos perguntadores sobre “por que o céu é azul” tem um pouco ou muito do “sangue” desta menina de belos cachos dourados. Não me resta dúvida: saber é um verbo que atinge o imaginário do país das maravilhas. Não importa se a dúvida é sobre “por que somos assim?” ou “por que Urano está tão longe do Sol?”, posto que – no fundo e no raso – qualquer pergunta que se faça é uma busca de sanar o  desconhecido de nós mesmos. “O que somos nós? Quem somos nós? Pra onde vamos nós?” –  O que Alice faz senão isto? Portanto, é uma obra literária que recomendo por, também, ser ancorada na fantasia. Aquilo que não damos conta de resolver, fantasiamos. Não esta fantasia consciente e que é dita de maneira racional, me refiro à fantasia inconsciente. Esta que não é conhecida… Ou seja, fantasiamos o tempo todo, ainda que não “saibamos” sobre isso.

A minha relutância em assistir a este filme diz respeito à repetição nos cinemas desta obra tão cara. Ora, se o assunto diz respeito ao desconhecido, por que repeti-la tantas vezes sob diversas máscaras a ponto de perder sua graça? Ou seja, a obra já está tão conhecida que a mensagem sobre buscar o desconhecido perdeu um pouco de seu valor no cinema. Será que não há mais nenhuma história de fantasia desconhecida que não possa ser retratada na telona? Só há a Alice? Tão limitante e limitado restringir a fantasia a apenas Alice no País das Maravilhas. Tendo a pensar que nós, seres humanos, estamos muito empobrecidos de criatividade…

Portanto, depois de um ano de seu lançamento, só agora que me dispus a assisti-lo. Espero que nenhum outro diretor tenha a falta de imaginação de por Alice mais uma vez nos cinemas. Já deu. Não há mais o que sugar desta obra. De maneira que imagino que esta Alice já se esgotou em possibilidades de mostrar sobre o desconhecido. Já se tornou conhecida demais e sob formas das mais variadas.

Falar deste filme, por conseguinte, é esmiuçar a pobreza da falta de criatividade desses diretores do Cinema. Deixo pra lá por respeito à obra literária, que é linda e instigante; e, sobretudo, não precisou ser feita em 3D para conquistar o mundo. Ao contrário, é uma trama muito simples.

Pra que complicá-la?

Por: Guerra de Pipoca.

2 anos de Guerra de Pipoca!!!

Enfim, se fechamos o ciclo de mais um ano, então, que venha mais! Somos gulosos!

:D

Parabéns para nós!

Beijos,

Guerra de Pipoca.

Planeta Hulk

Hulk de bom humor

Planeta Hulk – Planet Hulk

Direção: Sam Liu

Gênero: Animação

EUA – 2010

Antes de mais nada, gosto da direção de Sam Liu, mas o considero pouco criativo nas narrativas. Hulk, pra mim, é sinônimo de força desmedida e incontrolável. Bruce pensa! Hulk não! Este filme peca em diversos pontos, e o pior deles é colocar Hulk sempre transformado em Hulk e racional. Que isso!!! Esteve com raiva o tempo todo? Surreal!

Bom, perigoso demais para continuar vivendo no Planeta Terra, Hulk foi despachado pro espaço e antes que chegasse no destino programado, arrebentou toda a nave e foi parar no Planeta Sakaar. No momento em que chegou em Sakaar, estava sendo realizada uma reza para o “salvador” do Planeta não tardar em voltar para lá… eu não gostei dessa relação Hulk x Salvador x Misticismo. Achei tola a construção e desvirtuou a história pro lado religioso que não condiz com os quadrinhos do Verdão.

Além disso, a história – mediada pela religiosidade – foi narrada na perspectiva imperial: imperador – escravos. Não há criatividade no filme, uma vez que a narrativa de gladiadores se assemelha em absoluto ao filme Gladiador. A ideia de um sofrido e solitário gladiador que salvará Roma de seu malicioso Czar é exatamente a mesma em Sakaar, e o salvador solitário é Hulk. Não nego: torci o nariz para isso.

Gente! Hulk é um ser regido por instinto que só pensa quando está no formato Bruce!!! De repente, este Hulk do filme arquiteta o plano para destronar o Imperador? :o

WTF!!!!

 

Seus amigos de arena

A construção de Sakaar é baseada em Roma, até mesmo a arena dos gladiadores chama-se Coliseu. Hulk por se negar a lutar, exatamente como Maximus, torna-se o “misericordioso” para o povo. As analogias não param… é preciso conferir para ter noção da falta de criatividade de Sam Liu.

Ao mesmo tempo, a história prende o espectador. Ao menos me prendeu. A minha ideia era de ver novamente Ondas do Destino (de Lars von Trier), mas acabei optando por ver Hulk para me distrair mais e o filme cumpriu com essa demanda. Sobretudo, pelo personagem Miek, esse inseto pirralhinho entre os Gladiadores. rsrsrs Muito fofinho!

Miek é o “Covarde, o cão coragem” do filme. O medo dele chega a ser engraçado, é o ponto cômico da obra. E deu certo! O seu jeitinho medroso acessou o lado “humano” de Hulk. Foi bonito conferir esse lado do filme.

Bom, de escravo para gladiador, de gladiador para salvador, de salvador para imperador, só foi uma questão de Sam Liu acordar de bem com a vida para produzir esta animação… ou não, né? Talvez tenha sido um ímpeto masoquista que tenha feito a cabeça dele, porque o que deve ter ouvido de xingamento dos fãs… está escrito nos gibis?????????? :o

Como fã do Hulk, de histórias em quadrinhos, indico o filme, mas enquanto cinéfila… hummmm! Melhor assistirem Ondas do Destino, é mais interessante.

Por: Guerra de Pipoca.

 

Homem de Ferro 2

Homem de Ferro 2 – Iron Man 2

Direção: Jon Favreau

Gênero: Besteirol Agudíssimo, HQ, Ação

EUA – 2010

Cada época tem o herói que merece. Em momento de superexposição midiática, numa sociedade consumista ao extremo, ególatra e emocionalmente instável, eis aí o Homem de Ferro. Um super ser que se funde com a identidade secreta, tornando-se público.

A diferença entre homens e meninos é o preço de seus brinquedos. Ditado popular norte-americano. A comunidade militar deseja a armadura de Stark e o rival infantilóide, Sr. Hammer, idem. Seu embate contra Stark no tribunal e nas TVs é digno de pena. Não sei quem é mais besta, se Stark com seu narcisismo premente ou Hammer com a sua carinha de Bambi querendo chamar a mamãe!

Vamos para o Grande Prêmio de Mônaco, que por sinal é o mais seguro e vigiado de todos da Fórmula 1. Um sujeito vindo não se sabe de onde invade as pistas, na contra-mão, brincando de chicotinho queimado! Ele é um sub-vilão chamado Ivan Vanko, um russo filho de gênio e que cria uma cacatua.

Logico que o bobinho do Hammer se une ao tatuadíssimo Vanko, vivido por Mickey Rourke, num personagem estrebuchante de feio. Enquanto isso Tony/Homem de Ferro sofre com a contaminação de vanádio em níveis altíssimos na sua corrente circulatória.

Devo dizer que até gosto dos diálogos rasteiros e piadinhas engraçadas de Tony. Mas o personagem tem muito mais destaque do que o herói. Como se o ator Robert Downey Jr. eclipsasse o mesmo. Assim fica aquela imagem de sujeito malandro, boa pinta, meninão que a galera adora. Igualzinho ao Sherlock, ao outro Homem de Ferro e papéis anteriores dele?

Eis que surge a Viúva Negra. Bom visual rebolativo e cabelos vermelhos. Mas mulher para ser gostosa precisa de mais carne e aquela sensação de que você pode pegar ela, de acessibilidade. Se não, vira uma Gisele da vida. Linda, mas inalcançável. Homens comuns não gostam. Para mim ele luta bem melhor do que o próprio Homem de Ferro, que tem suas ações ofuscadas pelo amigo-rival coronel James Rhodes, único que parece levar a sério a fita e o seu papel.

Quase morrendo com o vanádio no peito. Metal que nem existe puro na Natureza, deveria ter analisado melhor a liga formada com alumínio e titânio, inócuos ao ser humano, e utilizados em próteses ortopédicas. Mas tudo bem, a descoberta do novo composto, com direito a herança paterna e visão trimidimensional “hi-tech” é legal.

O embate final é fraco, aliás para um filme de ação ele está cheio de diálogos desnecessários e uma inversão de papéis principais. Robert Downey é bom ator, mas o personagem ficou muito maniqueísta, pueril e superficial. Igualzinha as “celebridades” de hoje.

O que há de bom: ferros rangindo, trilha sonora criativa e cheia de style e algumas “voadeiras” esteticamente bonitas e eficazes da Natasha

O que há de ruim: repetição de uma fórmula anterior de sucesso elevada ao cubo, que acabou ficando quadrada

O que prestar atenção: pelo menos as tatuagens do Vanko seguem o padrão das prisões russas e seu rígido código identificador

A cena do filme: ele chegando no palco e agachando, atlético e urinando na armadura; patético

Cotação: filme regular (@@)

Por: C.O.B.R.A.

Brincando!

Essa postagem é automática. Ou seja, programada para ser postada exatamente nesse instante. Então caso haja algum erro, no sentido do WordPress “traduzir” involuntariamente os códigos, poderei verificar somente depois.

Pra aqueles que já usam o negrito e itálico não tem mistério algum os demais códigos. Então vou explicar desde o início para quem ainda não usa, aprender.

Todo e qualquer código, independente da complexidade, começa pelo sinal < (menor, na linguagem matemática) e termina com / (barra) e > (maior pra matemática).

Então, por exemplo, o negrito nos comentários: Menor + letra b +Maior (TUDO JUNTO) ESCREVA O TEXTO QUE PRETENDE DEIXAR EM NEGRITO Menor + barra + b + Maior.

Certo? Ficaria assim: <b> bla bla </b> Ok?

Agora as variações… NO LUGAR DA LETRA B

Para o itálico: i

Para grifar: ins

Para por o risquinho: del

Para por a linha no meio do comentário: li

Para recuar à esquerda: ul

Para citar: blockquote

Para por em azul e grifado: a

Simples, não?

Agora, os dois mais complexos para comentários:

LINKAR:

<a href=”URL DO SITE OU SEJA O ENDEREÇO DO SITE“>CLIQUE AQUI</a>

COLOCAR IMAGEM:

<img src=“URL DA IMAGEM“ alt=“NOME PARA A IMAGEM “/>

URL = abra toda a imagem e cole o endereço neste local entre aspas. Lembrando que a imagem tem que estar totalmente aberta, senão ela não entra.

Deu pra entender? Onde há espaço no código é proposital, TEM que ter o espaço, por exemplo entre o A e HREF no código de link.

Use os comentários pra testar, errar, aprender e se divertir. :)

LEMBRE-SE QUE:

Não é pra colocar imagem GIGANTESCA que avance a lateral do blog.

À medida em que eu for aprendendo mais códigos, ensinarei.

Se você não quer que todo seu texto, por exemplo, fique riscado, então selecione a frase que deseja o risco e coloque o código de início e de fim em suas extremidades.

Pra quem nunca usou código parece estranho, mas é bem simples. Não tem segredo.

Inté!

Por: Guerra de Pipoca.

Dante’s Inferno Animated

Dante’s Inferno Animated

Direção: Boris Acosta

Gênero: Animação

EUA – 2010

Quem já leu A Divina Comédia não vê nenhuma novidade, pois se trata da história/saga de Dante em busca de seu amor Beatrice através do Inferno, Purgatório e enfim, Paraíso. Até que pra uma animação, o enredo foi didaticamente pseudofilosófico; dividido em capítulos, Dante vê sua amada ser arrastada para o limbo e a segue com fins de salvá-la dessa etapa (obrigatória) espiritual. Alusão de que só o amor verdadeiro pode salvar tudo.

A mensagem do filme é: antes de obter o perdão das pessoas é preciso se perdoar pelos próprios infernos cometidos. Tudo muito cristão… ainda prefiro o livro com seu acervo profético, pois  é possível traduzir nele a passagem do trágico para o cômico e vice-versa pelo momento tênue que se apresentam no contexto, há movimento textual, embora a narrativa seja essencialmente Trágica, tudo termina bem, logo é Cômica (no sentido de “Comédia” para os gregos). Na Animação essa tradução adaptativa se localizou no âmbito do martírio. É um saco ver filmes assim, não?

É próprio da Tragédia ver o heroi indo de encontro com suas crises existenciais, porém a forma em que isso é organizado na história não pode ser de outra maneira senão artística, somente a partir dessa premissa que pode se pretender filosófica e psicológica. Seria esperar demais de uma animação? Acho que sim, né?

Achei cansativo, mas suponho que pra quem não leu o livro pode ser um bom começo.

Por: Guerra de Pipoca.

A Era do Gelo

Ele merecia ficar com essa noz, não? :D

A Era do Gelo – Ice Age

Direção: Chris Wedge

Gênero: Animação

EUA – 2002

Reconheço que a história poderia ter sido melhor elaborada, é vencida, ultrapassada, mas no básico gélido da tela branca e sem cor, o bicho-preguiça é de matar de rir!! Ô bichinho danado de engraçado. Para cada posição que ele inventa na hora de dormir (e como dorme!!!), surge uma banda de pagode ou igreja universal no mundo. Tenho certeza! :D

Animação tem uma vantagem que  independe do clichê: as fantasias nos lembram a infância. E aqui ela está presente integralmente no roteiro, o básico desse universo é abordado com muita graça: maternidade, paternidade, nascimento, jardim de infância. Cabe um parênteses: adoraria brincar de esquiar nesse mundão de gelo, como o casal de esquilos em busca da noz. rsrsrs Tadicos! Eu torci pro esquilo-macho vencer essa corrida! Ele quis o tempo todo jogar limpo, um fofinho! Rivalizou as melhores cenas com Sid, o preguiçoso!

Evolução da espécie, cadeia alimentar… uma das primeiras cenas é mostrado o tigre perdendo uma presa pelo cansaço de correr. Opa! Como assim?  E o quanto fazer fogo é difícil? É, estamos na era do gelo! Eterno retorno? rsrsrs

Humor fino e até inocente, a dinâmica dos filmes de animação já evoluiu bem, essa Era está no passado (?).

Por: Guerra de Pipoca.

Planeta 51

Planeta 51 – Planet 51

Direção: Jorge Blanco, Javier Abad e Marcos Martinez

Gênero: Animação

Espanha – Inglaterra  – 2009

Nesta semana comemoramos o dia da Terra. Na verdade, essa comemoração deveria ser feita todos os dias; não sou favorável em pensarmos nela apenas em um dia em 364 anualmente  restantes.

Muito é dito sobre sustentabilidade, mas se não há o reconhecimento enquanto função de suporte da natureza, o discurso se torna estéril. Sou contra os ambientalistas de plantão que usam suas neuroses para hastear bandeiras do “preserve o verde”, mas enquanto educadora ambiental,  julgo sumariamente necessário o discurso de que o ambiente comporta um saber reintegrador da diversidade.  Do contrário, não seria natureza.

Ao mesmo tempo em que o saber ambiental ocupa um lugar no buraco deixado pelo avanço tecnológico-científico, sintomaticamente vem sendo problematizado enquanto destruidor de antigos paradigmas. Não há tempo para se perder: é preciso olhar para além do umbigo. A ideia das civilizações é clara: destruir para construir; assim também vem se formando a rede científica-ambiental. Trabalho árduo o de destruir paradigmas e construir novidades em cima dos museus petrificados de acordo com nossas conveniências. Então, quando me deparo com um filminho leve que não fala propriamente do meio ambiente enquanto verde, mas como um todo, eu confesso que fico muito contente, uma vez que eles são multiplicadores de ideias no meio da moçada que curte animação.

Longe de ser um filme chato que pretende alcançar uma ação-educativa, tem como objetivo altruísta – porque toda animação é para um público infantil – o de mostrar que o outro existe e não é, necessariamente, um monstro de 7 cabeças. Aqui mostra um ser humano (Chuck – Humaniacs) que “invade” outro planeta e é entendido como alienígena. No meio do caos previsível, a diretoria do filme aborda temas interessantes de maneira bem jocosa. Gostei muito, vale a pena conferir.

Não é um filme como Wall-E da Pixar, mas o considerei pertinente para ilustrar a vida terrestre nessa data comemorativa de ontem, hoje e de sempre.

Por: Guerra de Pipoca.

Blá Blá Blá

“Sou um homem supersticioso, e se algo acontecesse com meu filho, se ele fosse atingido por um raio, se o avião dele cair, ou se fosse baleado na cabeça por um policial ou se o enforcasse na prisão eu teria de culpar algumas pessoas nesta sala, e isto eu não perdoaria, mas fora isso, eu juro pela alma de meus netos que não serei eu quem irei quebrar a paz que selamos hoje”. – O Poderoso Chefão -

rsrsrs

Acho que essa frase simboliza toda a “semana santa” no Cinema.

:D

Boa Páscoa!

Por: Guerra de Pipoca.

Contatos de Quarto Grau

Contatos de Quarto Grau – The Fourth Kind

Direção: Olatunde Osunsanmi

Gênero: Terror

EUA – 2009

A pedido da minha filha – que adora ficção científica- fomos. Ambientada em Nome, cidade portuária próxima ao estreito de Bering, logo no início a belíssima atriz Milla Jovovich nos relata em tom dramático que o filme é baseado em fatos reais… E rapidamente uma novidade. Dois quadros na tela, um “real” e outro “interpretado”. Impressiona.

A figura da verdadeira Abigail Tyler, com os olhos exoftálmicos, cabelo lambido, e gestos lentificados é verdadeiramente psiquiátrica. Além da vozinha fina e insegura. Se for uma terapeuta revelou-se ótima atriz e se é uma atriz está excelente como paciente debilitado. Por mim não é nem uma e nem outra… Cheira mais a uma esquizóide delirante, tentando ser coerente em suas narrativas. Impressiona.

Morte em família, menina com sintomas conversivos de cegueira. Pacientes atendidos com o mesmo discurso. Uma coruja, três horas da madrugada, uma experiência aterradora, indescritível. Tudo bem, eu presto uma atenção danada, mas meu faro para engambelações diz que algo está errado. Pressiona.

Em que época do ano está o filme ambientado? Se for inverno é tudo escuro e mais de 10% da população alasqueana tem depressão. Se for verão, não existe noite, e sim luz. Fecham-se janelas e tenta-se imitar o ritmo circadiano humano. Infelizmente eu estive no Alaska e acredito que nem as locações deste embuste foram lá. E muito menos os “pacientes” são nativos. Pressiona.

Minha filha começa a se irritar com a ausência de provas cabais dos fatos descritos. Quando a cena é real os eletrônicos não gravam imagens, mas somente os sons. A língua misteriosa é na verdade um velho idioma conhecido do diretor, o senhor Olatunde Osunsanmi (que nomezinho difícil, einh?), sumério. O que vem depois é uma explicação a La “Eram os Deuses Astronautas” e a coisa ficam mais difícil de ser verossímil. Incomoda.

As cenas de hipnose são muito boas. Gritos fenomenais. Torções de corpo que nem o melhor yogue conseguiria em seus ásanas e um detalhe: as cenas reais são mais bem filmadas do que as interpretadas! Mas onde estão as soluções? As revelações bombásticas? Incomoda.

O final fica entre o sério e o pastiche. Não consigo acreditar no que vi. Minha filha tem uma pontinha de dúvida entre a veracidade de tudo e o fake. Na verdade é cinema. Se algo foi plantado na NET ou em outras formas de comunicação é culpa dos seres extraterrestres que não desejam ser identificados. É moda.

O que há de bom: manipulação das cenas entre o que é verdade ou encenação, e a beleza estonteante de Milla que choca contra a estrambótica Dra Tyler

O que há de ruim: até que ponto podemos vender algo como “real” e manipular-mo-lo? Sem avisar que tudo é ficção? Vejam que meus dois pontos são diametralmente opostos, um paradoxo, como o filme todo…

O que prestar atenção: uma das cenas é em Vitosha, Bulgária e metade dos funcionários do filme são russos… o que isso quer dizer?

A cena do filme: a boa torta da Tyler e da Milla, que grito saiu dali e o que ela viu? Só a imaginação e a coruja branca é que sabem…

Cotação: filme regular (@@)

Por: C.O.B.R.A.

O Aprendiz de Vampiro

O Aprendiz de Vampiro – Cirque du Freak / Circus of the Freak: The Vampire’s Assistant

Direção: Paul Weitz

Gênero: Comédia

EUA – 2009

O Aprendiz de Vampiro em 30 frases!!!

O Alfabeto dos Ditados:

Antes tarde do que nunca!
Boi em terra alheia é vaca!
Cada cabeça uma sentença!
Devagar se vai longe!
Em boca fechada não entra mosca!
Faz o que te digo e não o que faço!
Gato escaldado tem medo de água fria!
Há males que vem por bem!
Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto!
Jacaré que fica parado vira bolsa!
Lua com circo traz água no bico!
Mais vale um pássaro na mão, do que dois voando!
Não há mal que sempre dure, nem bem que sempre se ature!
O sol quando nasce é para todos!
Para pé torto, só chinelo velho!
Quando a esmola é grande o santo desconfia!
Rir é o melhor remédio!
Saco vazio não para em pé!
Tudo vale a pena quando a alma não é pequena!
Uma desgraça nunca vem só!
Vamos em frente que atrás vem gente!
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades!

Ou ainda,

“Tudo é relativo”! “O amor é lindo!” “A vida é bela!” “Que vença o melhor!”

Enfim, só a morte não tem remédio.

Por: Guerra de Pipoca.

Momento Folia: Clichês

Essa lista NÃO foi feita por mim, encontrei na internet e sem os créditos, infelizmente. Tem muito mais clichês na lista, selecionei alguns:

Todos os números de telefones começam com 555

Casas na árvore

Um homem não mostra dor quando é ferozmente espancado, mas queixa-se quando uma mulher lhe tenta limpar as feridas

Qualquer pessoa pousa facilmente um Boeing 747 desde que na torre de controle esteja alguém que lhe dê as instruções

O chefe da polícia sempre é negro

Policiais só comem rosquinhas

Ônibus escolares amarelos

Ao fim de algum discurso, sempre alguem na plateia começa aplaudir sozinho e pouco a pouco, todos vão se levantando e aplaudindo junto

Os cães sabem sempre quem são os malvados

Em filmes de terror, ao passar por uma porta aberta, ela sempre se tranca violentamente atrás de você

70% dos homens negros são Denzel Washington, os outros 30% são Morgan Freeman. Ultimamente estes números têm sido alterados para incluir o Wesley Snipes e o Will Smith

Sótão com coisas velhas

Em todas as investigações policiais será necessário ir pelo menos uma vez a um local de strip-tease.

Baile de formatura

Um homem atirando em vinte homens tem mais chance de matá-los do que vinte homens atirando em um homem (se este for herói).

Quando alguém acende uma lâmpada e esta não funciona, decide-se ligar e desligar o interruptor várias vezes, como se isso fosse uma forma de recarregar a lâmpada. Esta também é uma forma de saber que em breve haverá terror na casa.

Casas mal-assombradas nunca estão trancadas.

Todo filme de terror tem cenas em alguma Universidade.

No clímax dos filmes de ação/suspense/terror, sempre é noite, chove torrencialmente e o céu irrompe em raios e trovões.

Em todos os filmes de terror, sempre há um casal transando, que com certeza será assassinado logo em seguida, ou até mesmo no meio da transa.

O assassino geralmente precisa levar cinqüenta facadas, trezentos tiros, tomar vinte litros de veneno, ser detonado por uma tonelada de nitroglicerina etc para morrer. E ainda assim sempre dá uma levantadinha só para assustar, mesmo depois de morto.

Sempre se liga a TV exatamente na hora em que o noticiário está começando a falar da notícia que mais interessa para a história.

Quando se paga o táxi nunca se olha para a carteira para tirar o dinheiro, tira-se uma nota ao acaso. É sempre o dinheiro certo.

As máquinas de refrigerante só funcionam a base de tapas.

Os adolescentes dos filmes sempre são mais espertos que os pais e a polícia.

Os chapéus nunca caem da cabeça, mesmo em cavalgadas velozes.

A maioria dos computadores portáteis é suficientemente potente para anular o sistema de comunicações de qualquer civilização alienígena invasora.

Quando está digitando, nunca se usa a barra de espaço.

Toda perseguição de carros deve necessariamente atropelar um hidrante.

Sempre há vaga para o carro em frente ao edifício que se visita.

Ao conduzir um carro é normal não olhar para a estrada, mas sim para a pessoa do lado ou de trás durante toda a viagem.

Todos motoristas deixam seus carros com a porta aberta.

Em uma perseguição de carros, sempre tem uma feira para o carro passar por cima.

Todo vilão de filme que sempre está prestes a matar o herói (este indefeso e desarmado) decide jogar a arma fora e partir para um mano a mano.

Quando estão sós, todos os estrangeiros preferem falar inglês entre eles.

A torre Eiffel pode ser vista da janela de qualquer edifício de Paris.

Os japoneses vivem rindo e tirando fotografias de tudo.

Nenhum latino é confiável.

Todas as empregadas são mexicanas.

Se você quiser passar por oficial alemão, não será preciso falar o idioma. Basta um sotaque alemão.

Os russos sempre têm barba e bigode.

Não importa se você está em forte minoria numa luta envolvendo artes marciais, pois seus inimigos esperarão pacientemente para atacá-lo um de cada vez.

Quanto mais um homem e uma mulher odeiam-se maiores a probabilidades de se apaixonarem.

Todos estão sempre atrasados no café da manhã, e nunca escovam os dentes antes de sair.

Qualquer criança com mais de doze anos pode ser considerada hacker.

A língua oficial de qualquer civilização alienígena é o inglês.

O maior clichê dos clichês:

Não importa a situação, ou quão grave seja o problema, um americano irá salvar o planeta.

O segundo maior clichê dos clichês:

Protagonistas americanos nunca são gordos, visto que os EUA é o país que tem a maior população obesa do mundo.

Fonte: Internet.

Lembra de mais algum?

Guerra de Pipoca.

Monsters vs Aliens

Monsters vs. Aliens

Direção: Rob Letterman & Conrad Vernon

Gênero: Animação

EUA – 2009

Vocês imaginam o que seja esse bichinho do desenho? Só descobri na metade do filme: borboleta. rsrsrs É mole ou quer mais? Fiquei com meus botões ticotequeano pra lá e pra cá: será que uma borboleta vista num microscópio parece com esse insetosauro? Ah pessoal, poxa, é uma animação infantil, né? Deixa eu brincar rsrsrs! Eu me tornei fã desse boneco, se tiver à venda uma pelúcia dele, eu compro! :) O que ele tem demais? Absolutamente nada e esse é o grande barato! É como na Turma do Scooby Doo: a Velma pensa, raciocina, age, liga os fatos, corre atrás das pistas, entende o que seja pista de verdade, mas o mérito é do Scooby e Salsicha ao final de todos os  desenhos rsrsrs.

Aqui, o mérito é de Susan. Tornou-se Monstra na data de seu casamento, iria casar-se com um cara babaca e egoísta, que só pensa na fama e carreira dele. Fez bem virar monstra. Em contrapartida, os inimigos: ETs.

Aqui, os ets não são bonzinhos e não são bons de prosa. Percebi uma enorme semelhança com Independence Day (esse filme se tornou um clássico rsrsrs), em basicamente todo o processo de “salvação da Terra”, mas foi legal.

O filme, no frigir dos ovos, é legal! :) Sem ignorar o fato de que é feito pra crianças e que pra eles muita coisa é novidade (pros adultos nem tanto), o filme cria um espaço interessante para algumas mensagens: sobre o casamento, os amigos, a família, e sobretudo, sobre a força interior que existe em cada um de nós, que nos capacita a grandes feitos e conquistas diversas. Assim, o mérito deixa de ser apenas de Susan, torna-se de todos que conseguem brilhar na vida.

Por: Guerra de Pipoca.